Ministério da Saúde responde a Rosangela Moro sobre políticas de saúde infantil e transição

Ministério da Saúde responde a Rosangela Mora sobre políticas de saúde infantil. Saiba o que foi dito sobre procedimentos trans em menores de 18 anos!

24/04/2026 07:38

2 min

Ministério da Saúde responde a Rosangela Moro sobre políticas de saúde infantil e transição
(Imagem de reprodução da internet).

Ministério da Saúde Reage a Críticas sobre Políticas de Saúde Infantil

O Ministério da Saúde emitiu uma nota oficial em resposta a um vídeo divulgado pela deputada Rosangela Mora, do PL-SP, na última quarta-feira, dia 22. A parlamentar havia criticado a participação da ONG Minha Criança Trans em grupos de trabalho federais responsáveis por moldar políticas públicas voltadas à população LGBT.

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Posicionamento Oficial sobre Procedimentos Transsexuais

Em seu comunicado, o Ministério da Saúde foi enfático ao declarar que não autoriza, nem recomenda, nem financia procedimentos transexualizadores em menores de 18 anos. O órgão reforçou que a participação de especialistas e da sociedade civil ocorre em caráter consultivo na elaboração de políticas públicas.

Natureza das Decisões em Políticas Públicas

O Ministério esclareceu que essas contribuições não possuem poder decisório. As decisões finais, conforme o comunicado, são pautadas pela legislação vigente e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Alerta Contra Desinformação

O órgão alertou que levantar tais hipóteses ou espalhar boatos sobre o tema serve apenas como um palco político para quem dissemina notícias falsas. A deputada Rosangela Moro, em seu vídeo, defendeu que assuntos de identidade de gênero e transição devem ser abordados com muita cautela, limitando as decisões de transição à maioridade.

Debate sobre Rigor Institucional em Saúde Infantil

A congressista Rosangela Moro não acusou o governo de realizar tais procedimentos. Em vez disso, ela argumentou que o debate que envolve crianças e adolescentes em órgãos públicos exige um nível de rigor institucional muito maior. A deputada associou a presença da ONG em colegiados a uma possível interferência inadequada em questões cruciais da saúde infantil.

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