Mario Sarrubbo critica falta de diálogo sobre PL na Câmara e com Lewandowski

Mario Sarrubbo critica falta de diálogo sobre PL na Câmara com Lewandowski e Motta. Secretário nacional diz que relator não buscou contato.

18/11/2025 13:58

2 min

Mario Sarrubbo critica falta de diálogo sobre PL na Câmara e com Lewandowski
(Imagem de reprodução da internet).

Mario Sarrubbo, aos 62 anos, declarou em entrevista ao Poder360, na terça-feira, 18 de novembro de 2025, que o relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção na Câmara dos Deputados (PL-SP) não estabeleceu contato com o Ministério da Justiça. Sarrubbo afirmou que o deputado não buscou diálogo com ele ou com o ministro Ricardo Lewandowski.

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Ele detalhou que “não houve nenhuma comunicação, nem por mensagem, nem por telefone”.

Origem do Texto do Projeto de Lei

O secretário nacional informou que o texto original do projeto de lei foi desenvolvido pela equipe do Ministério da Justiça, com colaboração de diversas entidades, incluindo policiais militares, civis, federais e ministérios públicos. Ele ressaltou que o Ministério da Justiça conduziu o desenvolvimento do projeto.

Interesse em Diálogo

Sarrubbo expressou o interesse do governo em um diálogo entre o relator e Lewandowski, visando alcançar um “consenso”. Ele considerou que o diálogo era fundamental para o avanço da proposta.

Reuniões Programadas

O Poder360 apurou que o deputado federal Guilherme Derrite, indicando-se para a relatoria, deve se reunir com Motta, Lewandowski e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi, durante a tarde. Sarrubbo manifestou otimismo em relação ao encontro, esperando que resultasse em um acordo.

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Críticas ao Texto Recente

Sarrubbo criticou as recentes alterações no texto do projeto de lei, apontando “vícios” e “inconstitucionalidades”. Ele argumentou que o operador do direito enfrentaria dificuldades e que as inconstitucionalidades eram graves. Ele também rejeitou a ideia de acabar com o “auxílio reclusão”, considerando-a um “populismo exacerbado”.

Necessidade de Adequações

O secretário nacional enfatizou que a próxima versão do relatório precisaria incluir “adequações”, como a tipificação do domínio territorial, do recrutamento de jovens e do domínio de ciclo econômico. Ele expressou a esperança de que uma “boa política” pudesse prevalecer.

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