Marina Silva ataca: “Sem Anistia” aos envolvidos em 8 de Janeiro!

Ministra Marina Silva Reage a Propostas de Anistia e Defende Aumento da Pena para Atores dos Ataques de 8 de Janeiro
Em um discurso inflamado durante o ato do Dia do Trabalhador, na Praça Roosevelt, em São Paulo, nesta sexta-feira (1º de maio de 2026), a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, manifestou sua forte oposição a qualquer forma de anistia para os indivíduos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro.
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A ministra enfatizou que a covardia por trás desses atos deveria ser punida com rigor, declarando que a pena imposta aos responsáveis “não deveria ser menor, deveria ser maior”.
Durante o evento, que reuniu trabalhadores e representantes de movimentos sociais, Marina Silva também expressou seu sentimento de indignação, gritando “sem anistia”, demonstrando sua firmeza em relação a qualquer tentativa de minimizar a gravidade dos crimes cometidos.
A declaração da ministra foi recebida com aplausos e apoio da multidão presente.
Fim da Escala 6×1 e Defesa do Descanso Adequado para Trabalhadores
Além de sua postura contra a anistia, a ministra também abordou a questão da escala de trabalho 6×1, defendendo o fim do modelo. Ela argumentou que um único dia de descanso não é suficiente para garantir o descanso adequado dos trabalhadores, especialmente para as mulheres, que frequentemente conciliam as demandas do trabalho com as tarefas domésticas durante o período de folga. “Quando você só tem 1 dia, isso não é descanso.
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Principalmente nós, mulheres, no dia de descanso é quando a maioria trabalha mais e volta na 2ª feira mais cansada do que na 6ª”, explicou.
Marina Silva também ressaltou que a redução da jornada de trabalho pode impulsionar a produtividade e melhorar o ambiente de trabalho, contribuindo para o bem-estar dos trabalhadores. A ministra acredita que essa mudança pode ter um impacto positivo na qualidade de vida dos trabalhadores e na sua capacidade de desempenhar suas funções com eficiência.
Manifestações em São Paulo e Pautas dos Atos Trabalhistas
As manifestações em São Paulo, realizadas em 2026, foram organizadas de forma descentralizada por centrais sindicais e movimentos sociais em diversos pontos da capital. Além do ato principal na Praça Roosevelt, houve manifestações na Praça da República, Paço Municipal de São Bernardo e Avenida Paulista.
As principais pautas defendidas pelos manifestantes incluíram o fim da escala 6×1, a garantia de direitos trabalhistas e a defesa da democracia.
As imagens dos atos foram divulgadas pelo Poder360, mostrando a força e a mobilização dos trabalhadores e movimentos sociais em defesa de seus direitos.
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