Maria Eduarda: Da Recrutamento à Empreedura e Formação de Líderes em 2026

A Jornada de Maria Eduarda: Do Recrutamento à Formação de Líderes
A história de Maria Eduarda Silveira é um exemplo de como a carreira pode tomar rumos inesperados. Tudo começou com uma simples matéria da EXAME, há muitos anos, que despertou seu interesse pela área de recrutamento executivo. Formada em Letras, com pós-graduação em Comércio Exterior e MBA em Gestão Estratégica de Pessoas, ela trilhou uma trajetória de 15 anos nesse campo, ajudando empresas a encontrar e desenvolver seus líderes.
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Inicialmente, sua motivação era construir uma rede de contatos e encontrar uma oportunidade alinhada com sua formação. A experiência na Robert Half, multinacional de recrutamento, foi fundamental para sua evolução. Começou como assistente, progrediu para consultora e gerente de área, consolidando sua atuação no mercado de busca e seleção de executivos.
Foi nesse período que a educação executiva teve um papel crucial, abrindo seus horizontes e revelando habilidades que ela desconhecia.
A Virada e o Empreendedorismo
No meio da pandemia, Maria Eduarda tomou a decisão de empreender, fundando a Bold HRO. A empresa oferece serviços de recrutamento executivo e treinamento executivo, com foco em apoiar empresas na construção de planos de carreira, avaliações de desempenho e gestão de pessoas.
A Bold nasceu da percepção de que a formação de líderes é um desafio central para as organizações, buscando desenvolver gestores capazes de gerar valor de forma consistente.
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Desafios da Média Liderança
Maria Eduarda destaca que a carreira de um líder é marcada por etapas. Na fase inicial, muitos profissionais ainda operam com uma lógica majoritariamente técnica, com cerca de 80% de foco em tarefas e 20% em gestão. A transição para a média gerência é um momento crítico, onde o líder enfrenta pressões da alta liderança e precisa conduzir equipes, entregar resultados e lidar com diferentes áreas.
Por isso, investir na preparação da média liderança é essencial para formar gestores capazes de gerar valor de maneira consistente.
Inteligência Emocional e Tomada de Decisão
À medida que um profissional avança na hierarquia, a complexidade dos problemas aumenta, exigindo inteligência emocional, autorregulação e preparo para tomar decisões sob pressão. A formação de uma liderança executiva deve ir além da gestão operacional, incluindo temas como negociação, cultura organizacional, feedback, estratégia e desenvolvimento de pessoas.
Liderar pessoas envolve lidar com expectativas, frustrações, desenvolvimento, conflitos e diferentes formas de trabalho.
O Impacto das Gerações
Com jovens líderes assumindo cargos de liderança, Maria Eduarda observa que o choque de gerações continua existindo, mas com novos contornos. Para quem deixa uma carreira técnica e passa a liderar pessoas, há uma mudança profunda de papel, exigindo habilidades como escuta, feedback, firmeza, empatia e negociação.
Ser líder envolve desconforto, pois nem sempre será possível agradar a todos, mas o objetivo é desenvolver o time com clareza, maturidade e responsabilidade.
Autor(a):
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