Margareth Costa Assume TST: Nova Ministro Defendida pela Justiça do Trabalho

CCJ aprova nomeação de ministra ao TST! Margareth Costa, ex-juíza, tem trajetória marcada pela ética e defesa dos direitos trabalhistas. Saiba mais!

29/04/2026 10:55

2 min

Margareth Costa Assume TST: Nova Ministro Defendida pela Justiça do Trabalho
(Imagem de reprodução da internet).

Indenização por Danos Morais: O que Você Precisa Saber em 2026

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou, na tarde de quarta-feira, dia 29 de abril de 2026, a nomeação da desembargadora Margareth Rodrigues Costa para a posição de ministra no Tribunal Superior do Trabalho (TST). A escolha foi feita mediante indicação do Presidente da República, em decorrência da aposentadoria do ministro Aloysio Corrêa da Veiga, que deixou uma vaga aberta no tribunal.

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A próxima etapa é a análise do plenário do Senado, onde a indicação será formalmente avaliada.

Durante a sabatina, Margareth Rodrigues Costa enfatizou a importância da ética no exercício da magistratura. Ela ressaltou seu compromisso com a “retidão” e a “reputação ilibada”, argumentando que o Judiciário desempenha um papel fundamental como modelo de conduta. “Precisamos disso, damos esse exemplo.

Começa de cima e vem até embaixo. O Judiciário é a última porta onde as pessoas vão buscar seus direitos”, declarou a magistrada, demonstrando entusiasmo em representar a Bahia no TST.

A desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), com sede na Bahia, possui uma trajetória sólida na área do Direito do Trabalho. Natural de Salvador, concluiu o curso de Direito na Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1985 e iniciou sua carreira como juíza substituta em 1990.

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Ao longo dos anos, atuou em diversas varas do trabalho em cidades como Jacobina, Camaçari e Salvador, sendo promovida a desembargadora em 2014.

O senador do PT-BA, relator da indicação na CCJ, em seu parecer, destacou a qualificação técnica de Margareth Rodrigues Costa e seu alinhamento com os valores da Justiça do Trabalho, incluindo a proteção social, a dignidade da pessoa humana e as políticas de inclusão.

A aprovação na CCJ representa um passo crucial, mas ainda não garante a nomeação. A desembargadora precisa ser aprovada pelo plenário do Senado em votação secreta, e, posteriormente, o Presidente da República formalizará a nomeação para o TST.

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