Lula e Trump Discutem Tarifas, Crime Organizado e Minerais Críticos em Reunião!

Reunião Lula e Trump Aborda Tarifas, Crime Organizado e Minerais Críticos
Ministros da equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participaram de uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), em Washington, nesta quinta-feira (7 de maio de 2026. Os principais pontos discutidos incluíram tarifas comerciais, o combate ao crime organizado e a exploração de minerais críticos.
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A reunião bilateral, que durou cerca de uma hora e dez minutos, foi precedida por um almoço entre as delegações.
Cooperação em Combate ao Crime Organizado e Atividades Aduaneiras
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, destacou que o Brasil e os Estados Unidos estão avançando em cooperação em duas áreas cruciais. A primeira, o combate ao crime organizado, envolve a atuação conjunta das aduanas brasileira (Receita Federal) e norte-americana (CBP – Customs and Border Protection). A expectativa é que, em breve, a Receita Federal, a Polícia Federal e o Coaf realizem operações conjuntas com autoridades norte-americanas, trocando informações e conduzindo ações efetivas.
Durigan mencionou que a operação Carbono Oculto, a maior ação contra o crime organizado financeiro no Brasil, resultou no compartilhamento de informações com o IRS, órgão equivalente nos EUA.
Investimentos Empresariais e Reunião Comercial
O ministro do Desenvolvimento, Márcio Elias Rosa, enfatizou a importância da ampliação de investimentos empresariais entre os dois países. Além disso, as negociações sobre a investigação comercial aberta pelos Estados Unidos contra o Brasil, baseada na seção 301 da Lei do Comércio, foram retomadas.
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As tarifas aplicadas às exportações brasileiras também foram objeto de discussão, com uma nova reunião entre os governos agendada para ocorrer em até 30 dias, visando concluir a investigação.
Cooperação em Segurança e Combate ao Crime Organizado
O ministro Wellington César Lima e Silva propôs a criação de grupos de trabalho para ampliar a cooperação em segurança, tanto a nível doméstico quanto internacional, no combate ao crime organizado. A delegação brasileira não abordou a possibilidade de classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como “grupos terroristas” pelos EUA, mas sim aprofundou um acordo já existente de colaboração no combate ao crime organizado.
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