Lula Assina Acordo Histórico com Índia: Feijão e Futuro da Exportação em Foco!
Acordo Brasil-Índia garante futuro do feijão brasileiro! Lula selará negócio histórico e impulsiona exportações de feijão-mungo e guandu em 2026. Saiba mais!
A assinatura do acordo preferencial entre Brasil e Índia deve ser um marco importante na agenda do presidente Lula durante sua visita ao país asiático. O setor de feijões considera este entendimento como um passo crucial para garantir previsibilidade nas exportações, especialmente das espécies feijão-mungo e guandu, que são as principais apostas brasileiras no mercado indiano, em um momento de readequação dos embarques para 2026.
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Desafios e Avanços no Acerto Sanitário
O acordo sanitário entre os ministérios já foi concluído, restando apenas a formalização do aceite político. Com a padronização do protocolo, o setor espera ampliar os contratos e diminuir os riscos comerciais associados às negociações.
Projeções de Exportação e Mix de Produtos
Dados recentes do Instituto Brasileiro dos Feijões e Pulses (Ibrafe) indicam que o Brasil deverá exportar cerca de 420 mil toneladas de feijões em 2026, um volume aproximadamente 20% menor que as 527,5 mil toneladas projetadas para 2025. Essa redução, segundo o instituto, reflete um ajuste no mix de produtos exportados, e não uma perda de competitividade do Brasil no mercado.
Novas Cultivares e Variedades em Ascensão
O feijão-mungo-preto deverá representar 250 mil toneladas do total estimado para 2026, seguido pelo mungo-verde (70 mil toneladas). O feijão-caupi terá 40 mil toneladas, enquanto o feijão-preto deve recuar para cerca de 10 mil toneladas. Outras variedades, como os feijões vermelhos e rajados, somarão 50 mil toneladas.
Impacto no Abastecimento Interno e Iniciativas de Desenvolvimento
O avanço das exportações de feijões não impacta o abastecimento interno, que continua sustentado principalmente pelo feijão-carioca, que representa 65% da produção nacional e é voltado para o consumo doméstico. O projeto Brazil Super Foods, em parceria entre a ApexBrasil e o Ibrafe, tem impulsionado as vendas através de ações de marketing internacional e participação em feiras estratégicas.
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Histórico e Consolidação do Mercado
Este movimento de expansão das exportações de feijões começou a ganhar forma em 2021, após décadas em que o feijão-carioca dominava o mercado brasileiro, mantendo o país à margem do comércio internacional da leguminosa. O trabalho conjunto entre instituições de pesquisa, produtores e exportadores tem sido fundamental para o sucesso desta estratégia.
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