Luiz Edson Fachin Reforça Parceria com Corte Interamericana de Direitos Humanos

Presidente Fachin reforça parceria com Corte Interamericana de Direitos Humanos. Magistrados brasileiros receberão capacitação e técnicos do tribunal se reunirão no Brasil

26/01/2026 18:48

2 min

Luiz Edson Fachin Reforça Parceria com Corte Interamericana de Direitos Humanos
(Imagem de reprodução da internet).

Presidente do STF, Luiz Edson Fachin, Reforça Parceria com Corte Interamericana de Direitos Humanos

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, concluiu sua visita à Costa Rica, onde acompanhou a posse de Rodrigo Mudrovitsch como Diretor-Geral da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Durante sua estadia, Fachin detalhou os objetivos da parceria entre os tribunais, destacando a capacitação de magistrados e magistradas brasileiras como um dos pilares do acordo.

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O convênio, com duração limitada a um ou dois anos, visa preparar profissionais do STF para atuarem na Corte Interamericana. A expectativa é que, após a capacitação, esses magistrados retornem ao Brasil e se tornem agentes multiplicadores da cultura de direitos humanos, disseminando conhecimento e promovendo a defesa desses direitos em todo o país.

Além da capacitação, o acordo prevê a realização de reuniões técnicas no Brasil. A próxima sessão do tribunal internacional, com foco na defesa da democracia, será sediada em Brasília. Essa iniciativa busca fortalecer o diálogo e a colaboração entre os sistemas judiciais, promovendo a proteção dos direitos humanos em nível global.

Luiz Edson Fachin também expressou preocupação com o cenário atual, caracterizado por “sintomas extremamente agressivos” ao Poder Judiciário, à sua independência e ao Estado de Direito. O magistrado reconheceu a existência de uma crise democrática, mas ressaltou a importância da institucionalidade democrática como base para uma reação eficaz.

Fachin enfatizou a necessidade de articular ações com outros países e sistemas judiciais, incluindo Cortes Supremas e Tribunais Constitucionais, para construir uma rede de proteção contra ameaças à democracia. A colaboração internacional é vista como fundamental para garantir a preservação dos direitos humanos e o fortalecimento do Estado de Direito.

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