Justiça Eleitoral lança “Pilili”, mascote divertido para eleições de 2026!

Justiça Eleitoral lança “Pilili”, mascote divertido para as eleições de 2026! 🗳️🎉 Em Brasília, TSE oficializa a escolha e celebra 30 anos da urna eletrônica.

04/05/2026 19:29

2 min

Justiça Eleitoral lança “Pilili”, mascote divertido para eleições de 2026!
(Imagem de reprodução da internet).

Justiça Eleitoral Apresenta “Pilili” como Mascote das Eleições de 2026

Em um evento realizado nesta segunda-feira, 4 de maio de 2026, em Brasília, a Justiça Eleitoral oficializou a “Pilili” como mascote das eleições de 2026. A apresentação ocorreu durante uma cerimônia que marcou 30 anos de utilização do sistema eletrônico de votação no Brasil, celebrando um marco importante na história democrática do país.

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A iniciativa busca fortalecer a identidade visual das campanhas eleitorais que se aproximam.

Origem do Nome

O nome “Pilili” foi escolhido em referência ao som característico produzido ao pressionar a tecla “confirma” na urna eletrônica. Essa escolha busca criar uma conexão imediata com o processo de votação e reforçar a familiaridade do eleitor com a tecnologia utilizada.

A personagem foi cuidadosamente concebida para transmitir valores fundamentais como acessibilidade, confiança e a proteção do regime democrático. A Justiça Eleitoral espera que a Pilili se torne um símbolo positivo e inspirador para os eleitores brasileiros.

Declarações do TSE

“Defensora da democracia, acessível, fácil de lidar e muito sociável, a Pilili é o símbolo das eleições 2026“, afirmou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Inspirada na urna eletrônica, a mascote será a porta-voz da Justiça Eleitoral. Imparcial e aguerrida, estará nas campanhas em defesa do voto e da escolha consciente”, completou a instituição.

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Participação da Ministra Cármen Lúcia

A presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, participou da cerimônia em conjunto com estudantes de instituições de ensino de Brasília. Durante o evento, a ministra destacou a importância do sistema eletrônico de votação ao longo dos 30 anos de sua utilização. “Em 30 anos, eliminamos a fraude eleitoral, com a possibilidade de uma pessoa votar por outra e com a chance de termos um resultado que não corresponde ao que foi votado”, ressaltou a ministra, enfatizando o compromisso da Justiça Eleitoral com a integridade do processo eleitoral.

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