João de Deus: Pena Reduzida em Crimes Sexuais Após Decisão Surpreendente!

Redução de Penas em Processos Contra João de Deus é Definida
O Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) divulgou um levantamento que detalha a redução significativa das penas impostas a João Teixeira de Faria, conhecido como João de Deus, em processos que envolviam acusações de crimes sexuais. Inicialmente, a soma das penas era de 488 anos e três meses, mas após recursos apresentados pela defesa e julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), a pena foi revisada para 215 anos, um mês e 20 dias.
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Denúncias e Arquivamentos
O caso envolveu 16 denúncias contra João de Deus, das quais duas foram formalmente arquivadas. Além disso, um processo de infração relacionado a relações de consumo também foi encerrado. A pena total que antes era considerada era de 59 anos, 4 meses e 15 dias.
Adicionalmente, o líder religioso foi indiciado a um ano de detenção, três meses de reclusão e 20 dias-multa por posse irregular de arma de fogo.
As penas específicas, que foram reduzidas em instâncias superiores, incluem: Posse irregular de arma de fogo: um ano de detenção, três meses de reclusão e 20 dias-multa (cumprindo pena); Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 19 anos e quatro meses de reclusão; reduzido para 16 anos, quatro meses e 20 dias de reclusão; Estupro de vulnerável: 40 anos de reclusão; reduzido para 30 anos, quatro meses e 15 dias de reclusão; Estupro e estupro de vulnerável: 44 anos e seis meses de reclusão; reduzido para 29 anos e dois meses de reclusão; Violação sexual mediante fraude: dois anos e seis meses de reclusão (arquivado); Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 51 anos e nove meses de reclusão; reduzido para 13 anos e nove meses de reclusão; Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 41 anos e quatro meses de reclusão; reduzido para 22 anos e seis meses de reclusão; Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 48 anos e seis meses de reclusão; reduzido para 27 anos de reclusão; Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 16 anos e 10 meses de reclusão; Violação sexual mediante fraude: quatro anos de reclusão; reduzido para três anos e quatro meses de reclusão (cumprindo pena); Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 42 anos e 10 meses de reclusão; reduzido para 29 anos e seis meses de reclusão; Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 27 anos de reclusão; Estupro e estupro de vulnerável: 56 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão (arquivado); Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 39 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão; reduzido para 30 anos, um mês e 15 dias de reclusão; Violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: não definido; Estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável: 51 anos e oito meses de reclusão; reduzido para nove anos de reclusão; Relações de consumo: arquivado; Estupro de vulnerável: em fase de alegações.
Contexto do Caso
João de Deus foi preso preventivamente em 2018 após denúncias de diversas mulheres que alegaram ter sofrido abuso sexual durante atendimentos na Casa Dom Inácio de Loyola, em Abadiânia, no interior de Goiás. Atualmente, ele está em prisão domiciliar, em Anápolis, e possui restrições de acesso à cidade onde atuava e às vítimas.
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