IFI Alerta: Riscos Fiscais no Brasil Atingem Nível Crítico em 2025

Riscos fiscais alarmantes no Brasil! Relatório da IFI aponta 37,9% do PIB em risco em 2025. Saiba mais!

31/05/2026 22:00

2 min

IFI Alerta: Riscos Fiscais no Brasil Atingem Nível Crítico em 2025
(Imagem de reprodução da internet).

Riscos Fiscais Alcançam 37,9% do PIB em 2025, Aponta Relatório da IFI

Um relatório divulgado nesta quinta-feira, 21 de maio de 2026, pela Instituição Fiscal Independente (IFI) revela que os riscos fiscais no Brasil atingiram 37,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025. O valor representa um montante de R$ 4.828,6 bilhões, detalhado no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2027.

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Este estoque de riscos tem apresentado uma tendência de diminuição desde 2022, impulsionada principalmente pelos riscos de impacto primário decorrentes de demandas judiciais. A IFI, criada no final de 2016 com o objetivo de aumentar a transparência nas contas públicas, consolidou-se como uma referência técnica no debate sobre o equilíbrio fiscal do país, analisando eventos com potencial impacto nas finanças públicas.

Estoque de Riscos Financeiros em 2025

Em 2025, o total do estoque de riscos financeiros somou R$ 1.679,3 bilhões, o que equivale a 13,2% do PIB. Essa trajetória de queda se observa desde 2018, quando os riscos atingiram 20,8% do PIB. O relatório aponta que o principal fator de risco de impacto financeiro reside nos haveres financeiros dos entes federativos, totalizando R$ 888,8 bilhões (7,0% do PIB) em 2025.

Impacto de Processos Judiciais

No âmbito das receitas e despesas primárias, os processos judiciais representaram o principal risco, com um impacto potencial de 17,8% do PIB em 2025. Esses processos podem resultar em precatórios ou na redução de receitas tributárias. Desde 2022, o estoque de riscos sob avaliação tem diminuído, devido a decisões judiciais favoráveis à União, bem como à revisão dos valores e riscos associados.

Outras Fontes de Risco

Adicionalmente, riscos envolvendo empresas estatais federais podem exigir aportes emergenciais ou compensação de metas nos próximos anos, caso sejam classificados como risco provável. O relatório também destaca que eventuais frustrações nas projeções macroeconômicas podem afetar as receitas e despesas primárias de 2026 em diante, considerando o PIB, a inflação e a massa salarial.

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