IBGE Alerta: Desemprego no Brasil Aumenta em Março de 2026 e Impacta Milhões

Desemprego dispara no Brasil em março de 2026! IBGE divulga dados alarmantes com aumento de 6,1% na taxa de desocupação. Saiba mais!

30/04/2026 09:28

3 min

IBGE Alerta: Desemprego no Brasil Aumenta em Março de 2026 e Impacta Milhões
(Imagem de reprodução da internet).

Desemprego no Brasil Aumenta em Março de 2026, Revela IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira, 20 de março de 2026, dados que indicam um aumento significativo na taxa de desocupação no Brasil. O indicador fechou o trimestre encerrado em março em 6,1%, um aumento de 1,0 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

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Apesar desse avanço, o índice ainda se mostra inferior ao registrado em 2025, apresentando uma redução de 0,9 ponto percentual.

Essa taxa de desemprego, a maior desde maio de 2025, também se destaca por ser a menor para o mês de março em toda a série histórica iniciada em 2012. Com 6,6 milhões de pessoas desocupadas, houve um aumento de 19,6% no trimestre, o que representa um acréscimo de 1,1 milhão de brasileiros em busca de trabalho.

A comparação anual, por outro lado, mostra uma redução de 13,0%, com a eliminação de 987 mil pessoas na situação de desemprego.

O número total de trabalhadores ocupados no país atingiu 102,0 milhões, com uma diminuição de 1,0% em relação ao trimestre anterior. Essa redução corresponde a 1,0 milhão de trabalhadores menos inseridos no mercado de trabalho. Em contrapartida, a ocupação aumentou 1,5% em relação ao mesmo período de 2025, com um acréscimo de 1,5 milhão de pessoas empregadas.

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Apesar do cenário geral, a alta no desemprego em março de 2026 pode ser atribuída a fatores sazonais, como o término de contratos temporários e a desaceleração natural do comércio após o final do ano. Os setores de comércio, administração pública e serviços domésticos foram os que mais sofreram com as perdas de empregos, totalizando mais de 870 mil postos de trabalho eliminados no trimestre.

Em termos de composição do mercado de trabalho, a taxa de informalidade caiu para 37,3% da população ocupada, indicando uma leve melhora na qualidade do trabalho. O número de empregados com carteira assinada no setor privado se manteve estável, com um aumento de 1,3% no ano. Os trabalhadores sem carteira assinada apresentaram uma queda de 2,1% no trimestre, enquanto os trabalhadores por conta própria registraram um crescimento de 2,4% no ano.

A massa de rendimento real habitual atingiu um novo recorde, chegando a R$ 374,8 bilhões, com um avanço de 7,1% em relação ao mesmo período de 2025. O rendimento médio real também alcançou um máximo histórico, atingindo R$ 3.722, com um aumento de 1,6% no trimestre e de 5,5% no ano, já descontada a inflação.

Esses avanços na renda refletem a redução da informalidade e a mudança na composição do mercado de trabalho, com uma maior participação de ocupações com remuneração mais elevada.

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