Hantavírus no Paraná: Casos Confirmados Não Estão Ligados a Cruzeiro

Hantavírus no Paraná: casos não têm ligação com cruzeiro! 🚨 Dois novos registros confirmados em Pérola d’Oeste e Ponta Grossa. Sesa investiga 11 casos e

08/05/2026 17:13

2 min

Hantavírus no Paraná: Casos Confirmados Não Estão Ligados a Cruzeiro
(Imagem de reprodução da internet).

Casos de Hantavírus no Paraná Não Estão Ligados ao Navio de Cruzeiro

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) esclareceu que os dois casos de hantavírus confirmados no estado em 2026 não têm relação com os casos identificados a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, que estava em rota para a Espanha. Os casos foram registrados em Pérola d’Oeste e Ponta Grossa, em maio deste ano.

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A Sesa também informou que 21 outros casos foram descartados e que 11 permanecem sob investigação.

Circulação Local do Vírus

De acordo com a secretaria, não há evidências de que o hantavírus, que possui transmissão viral de pessoa para pessoa, esteja em circulação no Paraná. Os casos confirmados são da cepa silvestre, transmitida por animais silvestres, principalmente roedores.

A Sesa tem monitorado continuamente a situação, buscando identificar e controlar possíveis casos de hantavirose.

Além dos dois registros deste ano, houve um caso confirmado em 2025 no município de Cruz Machado. A Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações da Sesa está acompanhando de perto a situação, garantindo que os profissionais de saúde estejam preparados para identificar e tratar rapidamente qualquer suspeita da doença.

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Resposta à Crise

O secretário de Estado da Saúde, César Neves, afirmou que os casos estão sob controle e que a rede de saúde do Paraná está preparada para lidar com a situação. Ele ressaltou que a hantavirose é uma doença monitorada rigorosamente, e que a equipe está capacitada para agir com rapidez.

Sobre o Vírus

O hantavírus é transmitido principalmente pela inalação de partículas presentes na urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. O contato com mucosas, arranhões ou mordidas também pode levar à infecção. A doença pode evoluir para a Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH) ou a síndrome da angústia respiratória aguda (SARA), com sintomas como febre, dores nas articulações, dor de cabeça e sintomas gastrointestinais.

Em casos mais graves, pode ocorrer dificuldade para respirar, tosse seca e pressão baixa.

Não há tratamento específico para a infecção por hantavírus, sendo as medidas terapêuticas de suporte. A recomendação é procurar um serviço de saúde imediatamente ao primeiro sinal da doença.

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