Haddad atribui taxação do Pix a Bolsonaro e liquidação do Master a Lula em polêmica!

Haddad atribui taxação do Pix a Bolsonaro e liquidação do Master a Lula
O ex-ministro da Fazenda, e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad, fez uma declaração polêmica recentemente. Em uma postagem feita no X neste domingo, 19 de abril de 2026, ele direcionou a responsabilidade pela suposta “taxação do Pix” ao ex-presidente Bolsonaro.
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Além disso, Haddad utilizou a plataforma para afirmar que a liquidação do Banco Master foi uma ação de mérito do governo Lula. A publicação resumia suas colocações com a frase: “A taxação do PIX é ideia do Bolsonaro. A liquidação do Master é mérito do Lula.
Bom domingo.”
A controvérsia sobre a taxação do Pix no governo Lula
A discussão sobre o Pix ganhou força em setembro de 2024, quando a Receita Federal emitiu uma instrução normativa. Esta regra determinava que transações financeiras de pessoas físicas, superiores a R$ 5 mil, fossem reportadas ao órgão, seja via Pix ou outros meios como TED e débito.
O governo justificou a medida como uma forma de coibir atividades ilícitas, como a lavagem de dinheiro e a sonegação fiscal. Contudo, o cenário mudou drasticamente em janeiro de 2025.
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Viralização e acusações sobre a norma da Receita Federal
Um vídeo de um deputado do PL-MG sobre a nova regulamentação se tornou viral no Instagram, acumulando mais de 100 milhões de visualizações. Na gravação, o congressista acusou o governo de tentar taxar o Pix.
O deputado afirmou: “O governo Lula vai monitorar seus gastos. E o Pix não será taxado, mas é sempre bom lembrar… A comprinha da China não seria taxada, mas foi. Não ia ter sigilo, mas teve. O Pix não será taxado, mas não duvido que possa sim”.
Impacto político e revogação da medida
A instrução normativa da Receita Federal foi apontada como uma das ações do então ministro da Fazenda que gerou o apelido de “Taxad”. Essa polêmica repercutiu negativamente, afetando a popularidade do governo.
Diante do desgaste, o Planalto acabou revogando a medida. Em diversas ocasiões, foi reforçado publicamente que não haveria cobrança de impostos sobre o uso do Pix.
Memórias do Pix durante o governo Bolsonaro
Em um paralelo, o ex-presidente Jair Bolsonaro, do PL, fez menção a um episódio ocorrido em março de 2025. Ele relatou que o ex-ministro da Economia, Paulo Guedes, teria tentado implementar um imposto sobre a cerveja, envolvendo o Pix.
Bolsonaro declarou em um podcast que impediu o plano de prosseguir. “Querer é uma coisa. Lá atrás, a equipe do Paulo Guedes queria taxar a cerveja, mas eu não deixei. Teve gente da equipe dele que falou que era uma taxa pequenininha”, afirmou.
Conclusão sobre os debates econômicos
As declarações de Haddad reacenderam o debate sobre a tributação de serviços financeiros digitais no Brasil. O tema do Pix e suas regulamentações continuam sendo pontos de grande interesse político e econômico.
Os eventos de 2024 e 2025 mostram um histórico de tensões entre as políticas governamentais e a percepção pública sobre a fiscalização de transações financeiras.
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