Haddad Ataque à Tributação e Defende Taxação de Fortunas em SP

Haddad ataca sistema tributário e defende taxação de fortunas! Ex-ministro critica desigualdade fiscal e aponta falhas na tributação de grandes fortunas. Saiba

28/04/2026 18:07

2 min

Haddad Ataque à Tributação e Defende Taxação de Fortunas em SP
(Imagem de reprodução da internet).

Haddad Relembra Políticas Tributárias e Defende Taxação de Fortunas

Em declarações nesta terça-feira (28 de abril de 2026), o pré-candidato a governador de São Paulo, Fernando Haddad, resgatou memórias de seu período como ministro da Fazenda, expressando orgulho por ter implementado um sistema tributário focado no contribuinte comum.

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A fala do ex-ministro reacendeu debates sobre a distribuição de renda e a tributação de diferentes setores da economia brasileira.

Haddad enfatizou que, durante seu mandato, a regra predominante era o recolhimento do imposto de renda diretamente do salário, sem a necessidade de cálculos complexos para o trabalhador. “No Brasil, só o trabalhador pagava imposto de renda, descontado na fonte.

O cara não tinha nem opção, já recebia o salário líquido. Esses super-ricos, eles aprovavam uma legislação para se beneficiar”, declarou. A crítica se refere a um período em que a legislação tributária era considerada mais favorável às classes mais altas.

O ex-ministro também abordou a questão do setor de apostas (“bets”), apontando para a falta de tributação e o apoio estatal a esse segmento. “Então, as bets não pagavam impostos, os bancos pagavam pouco imposto, os bilionários eram isentos de uma série de coisas, tinham receitas que eram isentas. Às vezes, em eventos esportivos, o cara ganhava a maior grana e não contribuía em absolutamente nada”, afirmou.

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Essa crítica se baseia em uma percepção de desigualdade fiscal.

Haddad concluiu defendendo a taxação de grandes fortunas, argumentando que a maioria dos brasileiros concordaria com a ideia de que todos, independentemente da posição na pirâmide de renda, devem contribuir para o sistema tributário. “Se você perguntar ao trabalhador se ele acha justo que a base da pirâmide e o topo da pirâmide pague a sua justa parte, a grande maioria dos brasileiros vai concordar”, ressaltou.

A declaração reflete uma preocupação com a justiça fiscal e a necessidade de uma distribuição de renda mais equitativa.

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