Greve de Professores em SP: Ações Intensificadas na Luta por Salários!

Greve dos Professores em São Paulo Recorre a Ações Mais Fortes em Defesa de Reivindicações Salariais
A categoria dos trabalhadores da rede municipal de educação de São Paulo intensificou sua luta contra a gestão municipal, rejeitando um novo reajuste salarial proposto na quinta-feira, 7 de maio de 2026. A decisão, tomada pelo Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (Sinpeem), mantém a greve que já havia começado em 28 de abril.
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Os profissionais da educação buscam uma atualização de 5,4% no piso salarial, além de valorização financeira de 14,56%, demonstrando insatisfação com a proposta inicial.
Reivindicações Detalhadas
As demandas da categoria abrangem diversas áreas, incluindo a valorização salarial e o aumento real dos salários, a evolução funcional e benefícios na carreira, o fim do confisco de parte dos salários e a redução da alíquota previdenciária de 14% para 11%.
Além disso, os educadores reivindicam melhorias na saúde e nas condições de trabalho nas escolas, a inclusão de alunos com necessidades especiais, a municipalização da educação infantil, a implementação da educação integral e a valorização do Quadro de Apoio à Educação.
A participação, a transparência e a gestão democrática também são pontos cruciais na agenda da categoria.
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Resposta da Prefeitura e Próximos Passos
A Prefeitura de São Paulo defendeu a política de valorização dos servidores, mencionando revisões nas remunerações iniciais de carreiras estratégicas e investimentos que somam mais de R$ 7 bilhões. A gestão também se comprometeu a antecipar o pagamento da segunda parcela do reajuste para novembro ou dezembro de 2026, caso haja disponibilidade orçamentária.
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou a proposta em primeira votação na quarta-feira, 6 de maio de 2026, mas ainda há uma segunda votação prevista para a próxima semana. A categoria intensificará o movimento, buscando a paralisação das atividades de todos os profissionais da educação em defesa de seus direitos.
Debate e Ações da Categoria
Claudio Fonseca, presidente do Sinpeem, criticou o governo municipal, apontando “descaso e desrespeito” em relação às reivindicações do Coeduc. A categoria também ressaltou que o projeto de lei não aborda questões essenciais como o aumento dos módulos, a inclusão de novos profissionais, a ampliação da rede direta e a redução do número de alunos por sala.
Para fortalecer a greve, a categoria planeja realizar uma manifestação e assembleia em frente à sede da prefeitura no centro de São Paulo, na próxima semana.
A Câmara de São Paulo promoverá uma audiência pública sobre o PL na terça-feira, 12 de maio de 2026, às 10h30. A categoria também organizará uma manifestação e assembleia em frente à prefeitura, às 14h, no mesmo dia.
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