Governo Afirma que Medidas em Combustíveis Evitam Crise Fiscal em 2026

Governo garante: medidas em combustíveis equilibram fiscalidade! Ações de Rodrigo Toneto defendem saldo fiscal e aumento de receitas da União. Saiba mais!

19/05/2026 16:10

2 min

Governo Afirma que Medidas em Combustíveis Evitam Crise Fiscal em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Governo Defende que Medidas para Combustíveis Mantêm Equilíbrio Fiscal

Em uma apresentação do Boletim Macrofiscal, divulgada na segunda-feira (18 de maio de 2026), o subsecretário de Política Fiscal, Rodrigo Toneto, defendeu que as ações do governo para mitigar os efeitos da alta dos combustíveis não geram impacto fiscal negativo.

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Toneto argumentou que o aumento na arrecadação, impulsionado pelo aumento do preço do petróleo, compensa os gastos realizados para tentar controlar a escalada dos preços dos combustíveis no mercado.

A declaração foi feita durante a apresentação do Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica. O governo adotou uma série de medidas para proteger os consumidores, incluindo o aumento de subsídios ao diesel, a suspensão temporária de impostos federais e a criação de linhas de financiamento para setores da economia afetados pela crise do petróleo, desencadeada pelo conflito entre os Estados Unidos e o Irã.

Além disso, o governo apresentou uma proposta ao Congresso Nacional com o objetivo de conter o aumento dos preços da gasolina.

Análises Indicam Receitas em Crescimento

Segundo Toneto, o saldo fiscal tem se mantido neutro graças a essas medidas de proteção. O boletim da Secretaria de Política Econômica revelou que as análises indicam um impacto positivo de R$ 7 bilhões por mês nas receitas administradas da União, principalmente devido ao aumento na arrecadação do IRPJ, da CSLL e do Imposto de Exportação. As receitas não administradas também podem aumentar em R$ 1,5 bilhão mensais.

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Medidas para Controlar Preços e Custos

Para reduzir a influência da alta internacional do petróleo nos preços domésticos, o governo implementou diversas ações, como subsídios ao diesel, tanto nacional quanto importado, além de apoio ao gás liquefeito de petróleo e a alíquota zero de PIS/Cofins sobre óleo diesel e querosene de aviação. Estima-se que essas medidas tenham um impacto mensal de R$ 6,2 bilhões. A equipe econômica também calculou que um eventual subsídio à gasolina, que está em discussão no Congresso, custaria R$ 272 milhões por cada redução de 10 centavos no preço do combustível.

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