Executivo Chileno em Crise: Revelações Surpreendem Após Ataques em Voo Latam

Executivo Chileno Alega Estar “Fora de Si” Após Crise em Voo da Latam
O executivo chileno Germán Andrés Naranjo Maldini, atualmente preso no Brasil, apresentou uma nova versão dos fatos que o levaram à crise em um voo da Latam. Segundo o advogado de defesa, Carlos Kauffmann, Naranjo alega que suas declarações racistas e homofóbicas foram motivadas por um estado mental alterado, consequência de um tratamento psiquiátrico de longa duração. A defesa busca uma avaliação psicológica para entender o que realmente aconteceu durante o incidente.
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Histórico de Tratamento Psiquiátrico
Kauffmann informou que Naranjo realiza acompanhamento psiquiátrico há mais de 13 anos, incluindo internações, devido a questões relacionadas à saúde mental. A defesa entregou às autoridades médicas para que seja realizada uma avaliação especializada, independente da decisão sobre a manutenção da prisão. O objetivo é entender a fundo as causas que levaram o executivo a proferir as ofensas.
O Caso em Detalhes
O incidente ocorreu durante um voo da Latam, que partiu do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, com destino a Frankfurt, na Alemanha. O passageiro, que tentava abrir a porta do avião, foi contido pelos tripulantes. Foi nesse momento que ele começou a proferir insultos racistas, homofóbicos e xenofóbicos contra um dos tripulantes. Em vídeos gravados pela vítima, Naranjo inicia os ataques com frases como “Ele é gay, eu não sou gay. Para mim é um problema ser gay”.
Reações e Consequências
Questionado pelo comissário, Naranjo intensificou as agressões, utilizando termos como “preto”, “macaco” e imitando o animal dentro da aeronave. Após ser detido pela Polícia Federal no Aeroporto de Guarulhos, o executivo foi formalmente acusado e um mandado de prisão preventiva foi emitido pela Justiça Federal. Em decorrência do caso, Naranjo foi afastado de seu cargo na empresa Landes, que comercializa pescados no Chile.
Nota da Companhia Aérea
A Latam condenou veementemente as práticas de discriminação de Naranjo, afirmando que o comportamento do executivo é incompatível com os valores da empresa e com sua Política de Não Discriminação. A companhia aérea também expressou seu apoio ao tripulante Bruno, que se sentiu ofendido pelas ofensas.
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A defesa de Naranjo, por meio de uma nota oficial, enfatizou a necessidade de tratamento médico para o executivo, que já foi internado e utiliza medicamentos controlados. A equipe jurídica solicitou à Justiça Federal que avalie o estado mental do acusado, considerando seu histórico de tratamento psiquiátrico e a busca por recuperação.
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