Ex-presidente sofre cirurgia no ombro em Brasília: detalhes e motivação do STF

Cirurgia de emergência no ombro do ex-presidente Bolsonaro! 🏥 Operação em Brasília causa impacto. Michelle acompanha. Saiba mais!

01/05/2026 09:02

2 min

Ex-presidente sofre cirurgia no ombro em Brasília: detalhes e motivação do STF
(Imagem de reprodução da internet).

Cirurgia no Ombro do Ex-Presidente Realizada em Brasília

O ex-presidente foi internado nesta sexta-feira no Hospital DF Star, em Brasília, para passar por uma cirurgia no ombro direito. O procedimento foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), seguindo solicitação da defesa. A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, chegou ao hospital pouco depois das 7h para acompanhar o procedimento.

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A equipe médica estima que a cirurgia dure aproximadamente uma hora. Caso não ocorram complicações, a previsão é de alta hospitalar no dia seguinte. O tempo exato de permanência dependerá da evolução da cirurgia e do estado de saúde do paciente após a intervenção.

A equipe médica está monitorando de perto a situação.

Histórico de Internações

Antes da cirurgia, o ex-presidente esteve internado no mesmo hospital por duas semanas, devido a um quadro de broncopneumonia. O pedido para a nova intervenção cirúrgica foi formalizado ao STF em 21 de abril, após o ex-presidente relatar dores persistentes decorrentes de uma queda sofrida enquanto estava sob custódia no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

Diagnóstico Médico

Os laudos médicos anexados ao processo indicam que o ex-presidente apresenta lesões no ombro direito que necessitam de cirurgia para reparar o manguito rotador e outras estruturas associadas. Os exames revelaram uma lesão de alto grau no tendão do supraespinhal, comprometimento do subescapular, subluxação do bíceps e outras alterações significativas.

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A defesa classificou o procedimento como essencial para preservar a saúde e a funcionalidade do membro, além da qualidade de vida do paciente.

Os advogados argumentaram que a continuidade do quadro clínico poderia representar uma limitação ao direito fundamental à saúde, justificando a necessidade da cirurgia como medida humanitária e sanitária.

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