EUA intensificam pressão financeira sobre Venezuela na ONU e acusações de violação internacional

EUA intensificam pressão financeira sobre Venezuela na ONU. Restrições ao acesso financeiro e bloqueio naval geram tensão internacional e retórica de Maduro

24/12/2025 10:52

2 min

EUA intensificam pressão financeira sobre Venezuela na ONU e acusações de violação internacional
(Imagem de reprodução da internet).

Tensões Internacionais: EUA Intensificam Pressão Financeira Sobre a Venezuela

Em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU, realizada na terça-feira, 23 de dezembro de 2025, os Estados Unidos anunciaram um aumento significativo nas medidas para restringir o acesso financeiro do governo venezuelano. A declaração visa, em particular, limitar os recursos provenientes da exportação de petróleo.

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A ação ocorre em um contexto de crescente tensão geopolítica na região.

De acordo com a administração americana, as medidas incluem um bloqueio naval e a aplicação rigorosa de sanções econômicas. O objetivo declarado é interromper as fontes de receita que, na avaliação de Washington, sustentam tanto o governo de Nicolás Maduro quanto atividades criminosas que operam na Venezuela.

A situação é vista como um risco para a segurança da região.

Mike Waltz, embaixador dos EUA na ONU, destacou que a principal ameaça para o hemisfério ocidental e para os Estados Unidos é representada por grupos terroristas e criminosos transnacionais. A administração intensificou o patrulhamento marítimo e, nas últimas semanas, interceptou pelo menos dois navios petroleiros, gerando uma resposta imediata do governo venezuelano.

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O governo venezuelano rejeita as acusações, classificando a apreensão dos navios como “ilícita”. As autoridades de Caracas argumentam que as ações norte-americanas visam desestabilizar a economia e o governo, representando uma “violação do direito internacional”.

A Venezuela busca apoio diplomático de outros países.

Representantes da Rússia e da China também expressaram sua discordância em relação à pressão exercida pelos Estados Unidos, considerando-a uma violação do direito internacional e das normas internacionais, respectivamente. A situação continua a gerar preocupação na comunidade internacional.

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