Estreito de Ormuz em crise: Petróleo dispara e tensão EUA-Irã escalada!

Crise no petróleo! Preços sobem à vista do Estreito de Ormuz após incidente com navio americano. A tensão aumenta e OPEP+ decide agir.

04/05/2026 10:18

2 min

Estreito de Ormuz em crise: Petróleo dispara e tensão EUA-Irã escalada!
(Imagem de reprodução da internet).

Os preços do petróleo registraram um aumento significativo nesta segunda-feira, impulsionados por preocupações crescentes sobre a interrupção do fornecimento de petróleo proveniente do Estreito de Ormuz. A agência de notícias iraniana Fars divulgou informações sobre um incidente envolvendo um navio de guerra dos Estados Unidos na região, gerando instabilidade no mercado.

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O petróleo Brent subiu US$3,74, atingindo US$111,88 por barril, enquanto o WTI avançou US$3,43, fechando em US$105,36 por barril.

Incidente no Estreito de Ormuz

Segundo a Fars, um navio de guerra americano foi forçado a recuar após ignorar um aviso do Irã, e dois mísseis atingiram o navio enquanto ele se aproximava de Jask. A Marinha do Irã também afirmou ter impedido a passagem de embarcações militares americanas pela área do estreito.

A Reuters não conseguiu confirmar esses relatos de forma independente. A situação já era tensa devido às interrupções no fluxo de petróleo através do estreito, um ponto crucial para o comércio global.

Reações e Negações

Embora não tenha havido uma resposta imediata dos Estados Unidos, uma fonte da administração Trump negou que um navio norte-americano tivesse sido atingido. O analista Giovanni Staunovo, da UBS, observou que a trajetória dos preços continuava positiva, com os fluxos através do estreito permanecendo restritos.

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A tensão se intensificou com alertas das forças iranianas aos militares americanos para que não entrassem no estreito, prometendo uma resposta severa em caso de ameaça.

Aumento na Produção da OPEP+

Em um movimento que pode tentar mitigar o impacto da crise, a OPEP+ anunciou um aumento de 188.000 barris por dia na produção de petróleo em junho, um terceiro aumento consecutivo. Essa decisão, que inclui a participação de sete membros, representa um ajuste em relação ao acordo de maio, excluindo os Emirados Árabes Unidos, que deixaram a organização em maio.

No entanto, especialistas acreditam que o aumento na produção pode não ter um impacto significativo, dada a continuidade das interrupções no fornecimento de petróleo do Golfo devido à situação no Estreito de Ormuz.

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