Emirados Árabes Unidos Condena Ataque Terrorista Iraniano no Estreito de Ormuz

Emirados Árabes Unidos Condena Ataque Terrorista Iraniano no Estreito de Ormuz
Os Emirados Árabes Unidos expressaram sua forte condenação a um incidente ocorrido nesta segunda-feira (4), classificando-o como um “ataque terrorista iraniano”. O ataque foi direcionado a um navio-tanque da empresa petrolífera estatal ADNOC, que estava transitando pelo Estreito de Ormuz.
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De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o navio foi alvo de dois drones lançados pela Guarda Revolucionária do Irã, mas felizmente, não houve vítimas.
O ministério ressaltou que o ato de atacar a navegação comercial e utilizar o Estreito de Ormuz como ferramenta de pressão econômica ou chantagem configura-se como pirataria. Anwar Gargash, assessor do presidente dos Emirados Árabes Unidos, reforçou a percepção de uma ameaça contínua, destacando que os ataques confirmam a persistência da ação iraniana na região e a necessidade de atenção constante.
A situação se agrava em meio a crescentes tensões no Estreito de Ormuz, uma via marítima crucial para o comércio global. A Marinha iraniana alega ter impedido a passagem de navios americanos pelo estreito, enquanto a agência de notícias estatal IRNA reportou que, após um alerta rápido, a entrada de navios americanos e israelenses foi bloqueada.
O presidente Donald Trump, em uma declaração, anunciou que os Estados Unidos assumirão a responsabilidade de guiar esses navios para fora da região, devido à situação dos navios presos e à escassez de suprimentos.
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Em resposta, o Irã ordenou que navios mercantes e petroleiros evitem movimentos não coordenados com as forças armadas iranianas, enfatizando que a segurança do Estreito de Ormuz é uma responsabilidade iraniana. O Almirante Brad Cooper, comandante do CENTCOM, declarou que o apoio americano à operação de resgate é fundamental para a segurança regional e a economia global, mantendo ao mesmo tempo o bloqueio naval.
A situação tem causado interrupções significativas nas exportações de petróleo e gás, elevando os preços do petróleo em mais de 50%.
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