El Niño Alerta: Meteorologistas Preveem Impacto Global e Mudanças Climáticas Surpreendentes

El Niño preocupa! Alerta da OMM aponta para retorno do fenômeno a partir de maio e pode mudar o clima global. Impacto no Brasil? Saiba mais!

27/04/2026 14:22

2 min

El Niño Alerta: Meteorologistas Preveem Impacto Global e Mudanças Climáticas Surpreendentes
(Imagem de reprodução da internet).

Possível Retorno de El Niño Preocupa Meteorologistas e Pode Impactar o Clima Global

A Organização Meteorológica Mundial (OMM) emitiu um alerta sobre a crescente probabilidade de formação de um novo El Niño a partir de maio. A agência da ONU, responsável por monitorar o clima e o tempo em todo o mundo, observou um rápido aumento nas temperaturas da superfície do mar no Pacífico Equatorial, após um período de estabilidade no início do ano.

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Essa situação levanta preocupações sobre o impacto potencial do fenômeno em padrões de chuva e temperaturas em diversas regiões, incluindo o Brasil.

Segundo a OMM, os modelos climáticos indicam uma mudança clara no oceano, com alta probabilidade de retorno das condições de El Niño entre maio e julho. A entidade destaca que a confiança nas previsões aumentou significativamente, com a expectativa de uma intensificação do evento nos meses subsequentes.

O chefe de previsão climática da OMM, Wilfran Moufouma Okia, enfatizou que os modelos climáticos estão fortemente alinhados, indicando um início precoce do El Niño, seguido por uma maior intensificação.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento prolongado das águas do Pacífico Equatorial central e oriental, o que altera a circulação da atmosfera e pode influenciar o comportamento das chuvas, secas e temperaturas em diferentes partes do planeta.

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Apesar da alta probabilidade, a OMM reconhece que ainda existe incerteza nas previsões, especialmente devido à dificuldade de projeção precisa durante a primavera no Hemisfério Norte. A entidade prevê temperaturas acima do normal em quase toda a superfície terrestre para o trimestre de maio a julho.

As previsões da OMM também apontam para mudanças regionais significativas. Historicamente, o El Niño tende a favorecer mais chuva no sul da América do Sul e períodos de seca na Austrália, Indonésia e sul da Ásia. No Brasil, o fenômeno geralmente provoca efeitos contrastantes: maior precipitação no Sul e aumento do risco de secas nas regiões Norte e Nordeste.

A intensidade do El Niño, o momento do ano e a interação com outros fatores climáticos influenciam a magnitude desses impactos. A OMM esclarece que não utiliza a expressão “super El Niño”, devido à falta de padronização técnica, mas ressalta que oceanos e atmosfera mais quentes podem ampliar os efeitos associados, como calor intenso e chuvas volumosas.

A próxima atualização sobre o El Niño será divulgada no final de maio.

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