“El Mencho” Morto: Operação Relâmpago do Exército Mexicano Causa Caos no Cartel CJNG
“El Mencho” abatido! Liderança do CJNG termina após operação do Exército Mexicano. Cartel sob fogo e ataques em diversos estados. Saiba mais!
Nemésio Rubén Oseguera Cervantes, conhecido como “El Mencho”, faleceu no domingo, 22 de fevereiro de 2026, vítima de ação do Exército mexicano. O líder do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG), de 59 anos, nativo do estado de Michoacán, havia se destacado pela sua influência e organização criminosa, que controlava vastas áreas do México e dos Estados Unidos.
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A operação ocorreu em Tapalpa, um município a 130 quilômetros ao sul de Guadalajara, Jalisco.
A Ascensão de “El Mencho”
Oseguera migrou para os Estados Unidos na década de 1980, e no início dos anos 1990, iniciou sua carreira no tráfico de drogas, conforme investigações da DEA. Em 1994, foi julgado e condenado a três anos de prisão por tráfico de heroína nos EUA, o que resultou em sua deportação.
Ao retornar ao México, ingressou na polícia de um município de Jalisco, onde consolidou sua ascensão no narcotráfico, culminando na fundação do CJNG em 2009.
O CJNG e as Acusações
Sob a liderança de Oseguera, o CJNG se tornou um dos cartéis mais violentos do México, responsável por diversos homicídios contra grupos rivais de narcotraficantes e policiais. A DEA oferecia uma recompensa de US$ 15 milhões por informações que levassem à sua captura.
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Em 2025, o governo do presidente Donald Trump (Partido Republicano) designou o CJNG como organização terrorista.
A Operação e as Perdas
A morte de “El Mencho” foi resultado de uma operação das forças especiais do Exército Mexicano, com apoio de aeronaves da Força Aérea e da Força Especial de Reação Imediata da Guarda Nacional. Durante a ação, 4 integrantes do CJNG foram mortos, 3 suspeitos ficaram gravemente feridos e morreram durante o transporte para a Cidade do México, e 2 integrantes do cartel foram detidos. 3 militares ficaram feridos e foram levados à capital para atendimento médico.
Reações e Impacto
Após a operação, integrantes do cartel promoveram ataques em cerca de 20 estados, incluindo Jalisco, Michoacán, Colima, Guerrero, Aguascalientes, Guanajuato, Nayarit, Zacatecas e Tamaulipas. Houve incêndios em estabelecimentos, bloqueios de rodovias e circulação de homens armados em áreas urbanas.
As autoridades mexicanas suspenderam o transporte público em Jalisco, orientaram que hóspedes permanecessem em hotéis e reforçaram o patrulhamento de rodovias. Voos para Puerto Vallarta e Guadalajara foram suspensos.
Pressão Internacional
A operação ocorreu em meio à pressão do governo dos Estados Unidos, que defendia ações mais duras contra os cartéis mexicanos. A presidente do México, (Morena, esquerda), rejeitou a hipótese de intervenção militar estrangeira. O subsecretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, declarou que a morte de Oseguera representou um “grande avanço” para os Estados Unidos, o México e a América Latina.
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