Eduardo Bolsonaro e Empresários Buscam Solução para Fim da Escala 6×1

Lideranças Negociam Alternativas ao Fim da Escala 6×1
Em um esforço para mitigar os efeitos do fim da escala de trabalho de 6 horas por dia, 6 dias por semana, empresários e líderes sindicais ligados à Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo se reuniram com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Bolsonaro (Republicanos-PB).
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A discussão central girou em torno da proposta de reduzir a jornada de trabalho para 40 horas semanais, buscando alternativas que considerem os impactos para as empresas.
Segundo informações divulgadas pela Fecomercio-SP, o presidente da Câmara, Eduardo Motta, defendeu a importância de um debate amplo, incluindo compensações financeiras da União para setores afetados pelo aumento dos custos trabalhistas e um período de transição mais longo para garantir segurança jurídica.
Ele expressou o desejo de entender como a mudança na jornada será absorvida pelas empresas, especialmente pelas de menor porte, que ele acredita serem as mais vulneráveis.
Preocupações com o Impacto nas Pequenas Empresas
O presidente do Sincomercio de Itapetininga ressaltou que a redução da jornada, combinada com o aumento dos custos da folha de pagamento, poderia representar um desafio significativo para empresas com poucos funcionários. Ele estimou que o impacto financeiro poderia chegar a R$ 158 bilhões, afetando desproporcionalmente as pequenas empresas com margens de lucro apertadas.
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A preocupação é que essas empresas não teriam capacidade de absorver o aumento dos custos.
Diálogo em Andamento com Outros Parlamentares
Antes da reunião com Eduardo Motta, a comitiva da Federação do Comércio se encontrou com a deputada Adriana Ventura (Novo-SP) e outros congressistas, como Any Ortiz (Progressistas-RS), Jorge Goetten (Republicanos-SC) e Joaquim Passarinho (PL-PA). O objetivo era coletar diferentes perspectivas e construir uma base de apoio para as pautas que visam garantir uma transição mais suave e considerar as necessidades de todos os setores da economia.
A Fecomercio-SP afirmou que manterá um diálogo aberto com todos os envolvidos para buscar um “denominador comum” na aprovação da medida.
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