Diesel: Atraso nos Subsídios Urge Resposta do Governo e Ameaça Mercado Brasileiro

Atraso em subsídios de diesel causa crise no mercado! Abicom alerta para falta de repasse desde 12/03/2026 e risco de impacto nas importações a partir de

13/06/2026 04:50

2 min

Diesel: Atraso nos Subsídios Urge Resposta do Governo e Ameaça Mercado Brasileiro
(Imagem de reprodução da internet).

Atraso nos Pagamentos de Subsídios de Diesel Impacta o Mercado Brasileiro

A Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) levantou preocupações sobre a falta de repasse de subsídios para o diesel, que começou a vigorar em 12 de março de 2026. A organização alega que o governo federal não tem efetuado os pagamentos de R$ 0,32 por litro, o que pode afetar as compras internacionais a partir de junho.

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As importadoras desempenham um papel crucial no mercado, respondendo por 25% a 30% do consumo total de diesel no país.

O atraso no repasse dessas subvenções está gerando dificuldades no fluxo de caixa das empresas do setor, que dependem da importação para atender à demanda. As importadoras, por sua vez, vendem o diesel com base nos preços estabelecidos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), e posteriormente solicitam ao governo o ressarcimento da diferença entre o preço de referência e o valor subsidiado de comercialização.

Situação Atual e Participantes do Programa

Segundo a Abicom, os primeiros documentos solicitando o ressarcimento foram enviados no início de abril de 2026, após o governo ter se comprometido a realizar os pagamentos em até 15 dias. A época, o ministro da Fazenda (PT) também anunciou a eliminação da alíquota de PIS e Cofins sobre o diesel.

Até o momento, 23 empresas se habilitaram no programa de subvenção, incluindo a Petrobras, as refinarias de Mataripe e Manaus, além da Vibra.

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Além disso, participam do programa importadoras, tradings e médias distribuidoras. Entre os associados da Abicom, as empresas Sea Trading, Midas Distribuidora, On Petro Trading, Petro Energia, Royal Fic e Sul Plata também estão envolvidas no programa.

Falta de Resposta do Governo

O Poder360 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério de Minas e Energia, buscando uma declaração sobre o assunto, mas até o momento não obteve resposta. A equipe do jornal manterá o contato e atualizará o texto caso haja alguma informação adicional.

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