“Diabo Loiro” no epicentro da operação Caronte: Lavação de dinheiro e PCC!

Na manhã da sexta-feira, 8 de maio de 2026, a Polícia Federal, em colaboração com a Receita Federal, deflagrou uma operação que visa desmantelar uma complexa rede de lavagem de dinheiro ligada ao tráfico internacional de drogas. A operação, denominada Caronte, concentra-se em investigar o influenciador digital conhecido como “Diabo Loiro” e seu filho, Mateus Magrini, ambos suspeitos de envolvimento em atividades criminosas.
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A operação resultou na prisão do influenciador em outubro de 2025, após ser descoberto seu envolvimento em um plano orquestrado pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) para cometer um assassinato contra um promotor de justiça. É importante ressaltar que “Diabo Loiro” possui ligações com a MC Ryan, da banda .
A investigação detalhada, que envolveu o Laboratório de Lavagem de Dinheiro (Lab-LD) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), revelou que as atividades suspeitas se intensificaram a partir de 2016.
As investigações apontam que o influenciador utilizava “sócios laranja” e empresas de transportes e rodeios para lavar o dinheiro proveniente do tráfico de drogas. A operação Caronte, que teve início na sexta-feira, resultou na execução de 11 mandados de busca e apreensão em diversas cidades do estado de São Paulo, incluindo Campinas, Atibaia, Monte Mor, Sumaré, Limeira, Mogi das Cruzes, Osasco e Taquaritinga.
Investigações e Bloqueio de Ativos
Segundo informações obtidas, o influenciador está envolvido em atividades criminosas desde 2016, com as operações se intensificando após a análise de dados fiscais e bancários. A Justiça decretou o bloqueio de R$ 10 milhões das contas dos investigados, além de veículos e outros bens.
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A investigação aponta que o influenciador é considerado um membro importante do PCC, com ligações à prática de crimes de tráfico de drogas e uso de documentos falsos desde 1998.
Mateus Magrini, filho de Eduardo, é investigado por movimentar recursos ilícitos através de uma empresa do ramo musical. Ele também foi alvo da operação Narco Fluxo, em abril de 2026. A defesa dos investigados não pode ser contatada para dar sua versão sobre o caso.
Perfil do Investigado
Antes de ser preso, “Diabo Loiro” se apresentava nas redes sociais como um influenciador digital e produtor rural, compartilhando fotos de carros de luxo, viagens e rodeios. A operação Caronte demonstra a complexidade das atividades criminosas e a importância da colaboração entre as forças de segurança para combater o crime organizado.
O Poder360 tentou entrar em contato com as defesas de Eduardo e Mateus Magrini, mas não obteve sucesso em encontrar informações de contato válidas para comentar o caso. O jornal digital continuará buscando contato e atualizará a reportagem caso haja alguma manifestação.
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