Deputado Derrite ataca Haddad e endurece lei antifacção em SP

Deputado Ataque a Haddad, Criticando Políticas de Segurança e Legislação
O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) intensificou sua postura nesta quarta-feira (06), lançando críticas contundentes ao pré-candidato à Governatura de São Paulo, Fernando Haddad (PT). Em entrevista à Jovem Pan News, Derrite classificou Haddad como “o pior ministro da Fazenda da história do país”, demonstrando uma forte discordância com as políticas do ex-ministro em áreas cruciais como segurança pública e economia.
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Derrite argumentou que Haddad demonstra uma falta de conhecimento abrangente, afirmando que “entende tanto de segurança pública quanto de economia: nada”. A declaração surge em meio a críticas de Haddad à gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) em relação à segurança no estado, que apontava para a perda de confiança das forças policiais e desorganização nas instituições.
Endurecimento da Lei Antifacção
O deputado também rebateu críticas à legislação de combate ao crime organizado, destacando seu próprio papel como relator no Congresso. Derrite explicou que, ao longo do processo legislativo, ele aprimorou o texto original, que previa punições mais brandas para integrantes de organizações criminosas.
Ele detalhou que a legislação atual estabelece penas que podem chegar a até 40 anos de prisão, ou 80 anos em casos com agravantes, com cumprimento em regime fechado e restrições como a ausência de benefícios e visitas íntimas.
Além disso, a nova lei inclui mecanismos para intervenção em empresas utilizadas para lavagem de dinheiro, uma medida que Derrite atribui a uma resposta à crítica do governo federal durante a tramitação da proposta. O deputado acusou o governo federal de tentar associar a autoria da lei ao próprio Executivo, buscando desviar a responsabilidade por questões de segurança pública.
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Reação ao Governo Federal
A declaração de Derrite reflete uma postura mais assertiva do deputado em relação às políticas governamentais e à condução da segurança pública em São Paulo. A discussão sobre a lei antifacção e a crítica a Haddad representam um ponto de tensão entre diferentes visões sobre o combate ao crime organizado no estado.
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