Deputado Acusa Exército e STF de Traição e Perseguição a Militares

Líder da Oposição Acusa Exército de Atuação Política e Aliança com o Judiciário
O deputado Gilberto (PL-PB) manifestou sua preocupação nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026, em relação à condução do Exército, sob o comando do general Tomás Ribeiro Paiva. Ele alega que o militar teria agido com “arbitrariedades” e adotado uma postura política, o que ele considera uma “traição à tropa”.
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A declaração foi feita através de sua conta no X, plataforma de mídia social.
Críticas à Hierarquia Militar e Denúncias de Perseguição
O deputado criticou a alta cúpula das Forças Armadas por supostamente alinhamento com “interesses políticos específicos”, especialmente com o atual governo e o Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Gilberto, a hierarquia militar estaria sendo utilizada como instrumento para silenciar militares de baixa patente.
Ele mencionou denúncias de perseguição a militares conservadores, incluindo transferências inopinadas, atrasos em promoções, remoção de cargos e a exclusão de missões no exterior.
O líder da oposição ressaltou que há uma aliança com o Judiciário para pressionar militares, especialmente aqueles que “prometem recorrer à Justiça quando um novo governo assumir”. Ele enfatizou que muitos militares ainda prezam por valores como “Deus, Pátria e Família”, mas estão sendo “calados” por comandantes que, segundo ele, estão comprometidos com interesses políticos.
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Caso Malafaia no STF e Nova Ação Judicial
A situação se agrava com o recente processo judicial envolvendo o pastor evangélico Silas Malafaia. Em decisão unânime, a 1ª Turma do STF declarou Malafaia réu por injúria contra o general Tomás Ribeiro Paiva. A acusação se baseia em declarações feitas pelo pastor em 6 de abril de 2025, durante uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo.
Malafaia criticou o “Alto Comando” do Exército após a prisão do general Braga Netto, em dezembro de 2024. Caso seja condenado, o pastor poderá cumprir pena de 1 a 6 meses de detenção, em regime aberto, além do pagamento de multa. A Procuradoria Geral da República defende que as falas de Malafaia configuram ofensa à honra de autoridades militares e que o caso deve ser conectado ao inquérito das chamadas “milícias digitais”.
Defesa de Malafaia e Argumentos Legais
A defesa de Malafaia argumenta que o STF não possui competência para julgar o caso, pois o pastor não possui foro privilegiado. Além disso, a defesa sugere que eventual ação deveria ser movida pelas supostas vítimas, por meio de ação penal privada.
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