Deolane Bezerra: Defesa Arrasa em Audiência e Questiona Prisão Injusta!

Deolane Bezerra enfrenta risco de prisão! Advogada apresenta argumentos contra detenção em operação anticorrupção. Veja os detalhes chocantes.

27/05/2026 02:40

3 min

Deolane Bezerra: Defesa Arrasa em Audiência e Questiona Prisão Injusta!
(Imagem de reprodução da internet).

Advocacia Defende Ilegalidade da Prisão de Deolane Bezerra

A advogada Deolane Bezerra apresentou argumentos contrários à sua prisão, alegando que a detenção, baseada no exercício de sua profissão como advogada, é ilegal. A defesa da influenciadora se manifestou durante uma audiência de custódia realizada nesta quinta-feira (21), após sua prisão em decorrência de uma investigação sobre um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

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A sessão judicial ocorreu em meio à Operação Vérnix, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e pela Polícia Civil.

Argumentos da Defesa

Durante a audiência, Deolane argumentou que sua prisão ocorreu no momento em que ela estava exercendo sua atividade profissional, defendendo que o dinheiro recebido, no valor de R$ 24 mil, era um pagamento por seus serviços prestados a um cliente em 2020.

A defesa também destacou que a situação é um excesso, considerando a natureza dos supostos crimes, que não envolvem violência ou grave ameaça, e a longa data em que ocorreram. A defesa propôs que Deolane pudesse responder ao processo em regime de prisão domiciliar.

Investigação e Alvos da Operação

A Operação Vérnix investiga um esquema de lavagem de dinheiro que envolve o PCC, com Deolane e outros indivíduos como suspeitos de receberem valores da organização criminosa através de uma empresa de transportes. Além de Deolane, os alvos da operação incluem Marcola, líder do PCC; Alejandro Camacho, irmão de Marcola; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha do líder da facção; Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola; e Everton de Souza, suposto operador financeiro da organização.

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Marcola e Alejandro já estão presos na Penitenciária Federal de Brasília.

Mandados e Bloqueio de Ativos

A Justiça expediu seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão. Além do bloqueio de mais de R$ 327 milhões em bens e valores, 17 veículos, incluindo carros de luxo avaliados em mais de R$ 8 milhões, e quatro imóveis ligados aos investigados foram sequestrados.

O Ministério Público e a Polícia Civil apontam que a investigação revelou movimentações financeiras incompatíveis com a renda declarada, além de valores milionários sem origem comprovada e o uso de empresas para ocultar patrimônio e dificultar o rastreamento do dinheiro.

Desdobramentos Internacionais

A Operação Vérnix possui desdobramentos internacionais, com três investigados que estariam na Itália, Espanha e Bolívia sendo incluídos na lista de difusão vermelha da Interpol para localização e eventual prisão. A investigação começou em 2019 após a apreensão de bilhetes e manuscritos na Penitenciária II de Presidente Venceslau, que continham referências à estrutura interna do PCC.

Empresa de Transportes e Lavagem de Dinheiro

A Lopes Lemos Transportes Ltda, conhecida como “Lado a Lado Transportes”, foi utilizada para ocultar e movimentar recursos ilícitos da facção. A Justiça reconheceu que a empresa foi utilizada como instrumento de lavagem de capitais em benefício do PCC.

As investigações apontam que Marcola e seu irmão comandavam o esquema de dentro do sistema penitenciário federal, enquanto familiares e operadores financeiros atuavam na administração financeira da transportadora e na divisão dos lucros obtidos pela facção.

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