Cuba Reage com Fúria à Acusação dos EUA Contra Raúl Castro em Caso Decade!

Cuba Condena Acusação dos EUA Contra Raúl Castro em Divergência com a Política dos EUA
O governo cubano manifestou veemente repúdio à “acusação desprezível” apresentada pelos Estados Unidos contra o ex-presidente Raúl Castro. Em um comunicado divulgado online e lido integralmente pela televisão estatal, o governo cubano classificou o ato como uma “provocação política infame e de caráter desprezível”.
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O documento detalha a posição do governo, que considera a acusação como uma tentativa de justificar uma “punição coletiva” contra a população cubana.
O comunicado ressalta que o governo americano distorceu os fatos relacionados ao incidente de 1996, envolvendo o abate de dois aviões pilotados pelo grupo “Irmãos ao Resgate”, que resultou na morte de quatro pessoas, incluindo três cidadãos americanos.
Cuba defende que a ação foi legítima defesa de seu espaço aéreo, argumentando que os aviões estavam operando em seu território. O governo cubano também critica a utilização da força militar desproporcionalmente, citando os ataques dos EUA contra supostos barcos de narcotráfico nas águas do Caribe e do Pacífico.
O governo de Donald Trump formalizou as acusações criminais contra Raúl Castro em 23 de abril, acusando-o de conspiração para matar cidadãos americanos, destruição de uma aeronave e assassinato. A denúncia inclui outros réus e reflete a persistente pressão dos Estados Unidos contra Cuba.
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O atual presidente cubano classificou as acusações como “sem nenhuma base legal”, demonstrando a forte discordância entre os dois países.
O caso dos aviões “Irmãos ao Resgate” remonta a fevereiro de 1996, quando jatos cubanos derrubaram dois aviões que transportavam um grupo conhecido por auxiliar cubanos em fuga da ilha. O grupo, composto por cubano-americanos com sede em Miami, realizava voos rotineiros pela costa cubana para ajudar indivíduos a escapar do regime comunista.
A controvérsia surgiu devido à alegação de que os aviões sobrevoaram o espaço aéreo cubano, levando à derrubada. Embora Cuba tenha defendido a ação como legítima defesa, a Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) concluiu que o ataque ocorreu em águas internacionais.
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