Crédito Consignado: Sanções Alarmantes Revelam Problemas no Mercado em 2026

Sanções em crédito consignado alarmam! 2.202 casos já foram registrados desde 2020. Veja os detalhes das medidas e o combate a fraudes no mercado.

01/05/2026 10:32

2 min

Crédito Consignado: Sanções Alarmantes Revelam Problemas no Mercado em 2026
(Imagem de reprodução da internet).

Sanções em Crédito Consignado Atingem Marcado Número Desde 2020

Desde o início da regulamentação da autorregulação do crédito consignado, em 2020, a Febraban e a ABBC têm aplicado diversas medidas para garantir a transparência e a qualidade desse tipo de operação. Até abril de 2026, o total de sanções aplicadas já somava 2.202, refletindo um esforço contínuo para combater práticas abusivas e fraudes no mercado.

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As sanções foram aplicadas em diferentes modalidades de crédito consignado, que abrangem aposentados, pensionistas do INSS, servidores públicos e trabalhadores com carteira assinada. O objetivo principal é proteger os consumidores e garantir que as operações sejam realizadas de forma justa e transparente. A iniciativa foi criada para qualificar os correspondentes bancários e coibir práticas abusivas.

Dados das Sanções Aplicadas

O levantamento detalha 1.173 advertências, 899 suspensões temporárias e 130 suspensões definitivas. Em 130 casos, empresas foram impedidas de atuar em nome dos bancos autorregulados. Além disso, 14 agentes de crédito alcançaram a pontuação máxima de 20 pontos, o que resultou em suspensões de 12 meses.

Tipos de Crédito Consignado Regulamentados

As operações de crédito consignado incluem o empréstimo tradicional, com desconto direto no salário ou benefício, o cartão de crédito consignado, com novas regras para a reserva de margem, e o cartão benefício consignado, que possui regras específicas para modalidades de pagamento consignado. “O número significativo de sanções aplicadas e os avanços constantes demonstram que estamos atentos e atuantes no combate ao assédio e às fraudes, garantindo um ambiente mais seguro e confiável para todos”, disse Isaac Sidney, presidente da Febraban.

“A autorregulação atua de forma complementar à supervisão regulatória, contribuindo para a integridade do mercado e a proteção dos públicos mais vulneráveis”, afirmou Leandro Vilain, CEO da ABBC.

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