Copasa: Privatização Acelera com Disputa de Gigantes no Mercado!

Copasa: Privatização atrai grandes players! Equatorial e consórcio com GIC e Itaúsa disputam estatal mineira. Saiba mais!

27/05/2026 13:00

2 min

Copasa: Privatização Acelera com Disputa de Gigantes no Mercado!
(Imagem de reprodução da internet).

A privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) avançou com a recepção de duas propostas distintas. A informação foi inicialmente divulgada pelo Jornal Valor Econômico e confirmada pela EXAME, marcando um momento importante para o setor de infraestrutura no estado.

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A entrega das propostas ocorreu nesta segunda-feira, 25, dando início a uma disputa acirrada entre grandes players do mercado.

Principais Interessados

A disputa pela estatal mineira envolve a Equatorial, parceira estratégica da Sabesp, e um consórcio formado pela Equipav, pelo fundo soberano de Cingapura (GIC) e pela Itaúsa. A Itaúsa e a Aegea já confirmaram o interesse na operação, divulgando um fato relevante na noite de segunda-feira.

A participação da Aegea no consórcio é de apenas 1%.

Processo de Bookbuilding e Oferta de Ações

O anúncio da privatização da Copasa será oficializado na próxima quarta-feira, 27, com a abertura dos envelopes que contêm as propostas. Em seguida, na quinta-feira, 28, será realizado o processo de bookbuilding, onde o vencedor poderá oferecer até 15% de suas ações no mercado.

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Essa etapa terá duração até o dia 1º de junho.

Precificação e Restrições

A precificação da oferta será definida no dia 2 de junho. A modelagem da privatização segue o padrão da desestatização da Sabesp, com uma estrutura de corporation que não define um controlador único, mas permite a entrada de investidores estratégicos com papel relevante na gestão.

O governo mineiro poderá manter até 5% do capital social da empresa.

Condições para o Vencedor

O vencedor da privatização terá a obrigação de manter a participação adquirida por um período de 100% durante um certo tempo. Além disso, a negociação de 50% das ações ficará restrita após 2033 ou após o cumprimento das metas de universalização dos serviços de água e esgoto em Minas Gerais, dependendo do que ocorrer primeiro.

O governo mineiro também poderá estabelecer um acordo de acionistas com o investidor, com vetos específicos.

O estatuto social da Copasa passará a limitar o poder de voto a 45% para qualquer acionista ou grupo, independentemente da quantidade de ações detidas. A expectativa é que a privatização traga investimentos e modernização para a companhia, impulsionando a infraestrutura e os serviços de saneamento no estado de Minas Gerais.

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