Coalização de Mercados de Carbono Aprovada em Florença: Avanço Global!

Coalização de Mercados de Carbono é aprovada em Florença! 🌍 Governo brasileiro lidera iniciativa global para economia sustentável. Saiba mais!

06/05/2026 13:09

3 min

Coalização de Mercados de Carbono Aprovada em Florença: Avanço Global!
(Imagem de reprodução da internet).

Coalização de Mercados de Carbono Avança com Aprovação em Florença

O Ministério da Fazenda anunciou nesta quarta-feira, 6 de maio de 2026, um marco importante na construção de uma economia global mais sustentável. A Coalização Aberta de Mercados Regulados de Carbono, que busca padronizar as regras para o comércio de créditos de carbono, recebeu a aprovação da governança e dos mecanismos de adesão formal com base em seu termo de referência.

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Essa validação representa um avanço significativo em direção a uma economia global descarbonizada.

Apoio Internacional e Impacto da COP30

A iniciativa, que teve sua aprovação formal na COP30, realizada em Belém (PA), contou com a adesão de importantes economias como China e União Europeia, durante a Semana do Clima 2026 organizada pelo Instituto da Universidade Europeia. O documento completo do comunicado está disponível em formato PDF (192 kB).

A proposta, lançada em novembro de 2025 pelo governo brasileiro, visa integrar os mercados regulados de carbono em escala global, estabelecendo critérios claros para a medição da baixa emissão.

Padronização e Interoperabilidade

A Coalização padroniza protocolos de monitoramento e contabilidade de emissões, ampliando a interoperabilidade entre os mercados e fortalecendo a integridade ambiental. Além disso, a iniciativa protege o comércio e cria condições favoráveis para investimentos em tecnologias e cadeias produtivas de baixo carbono.

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As economias envolvidas representam aproximadamente 60% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

Participantes e Governança

O processo de padronização de regras visa aumentar a confiança entre os mercados, reduzir barreiras técnicas e impulsionar o investimento em descarbonização. O governo propõe o alinhamento de metodologias nacionais, sistemas de monitoramento, relato e verificação, além de regras de contabilidade de carbono e critérios para o uso de créditos de alta integridade.

A secretária extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, destacou a importância de soluções concretas e cooperativas, mesmo em um cenário internacional complexo.

Avanços e Próximos Passos

Até a quarta-feira, 6 de maio de 2026, 10 países haviam avançado no processo de adesão formal, com base no termo de referência aprovado, e outros devem se juntar ao grupo nos próximos meses. A reunião contou com a participação de representantes do Brasil, China, União Europeia, Turquia, Nova Zelândia, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Noruega e Singapura.

Instituições internacionais como a Parceria Internacional de Ação sobre Carbono (ICAP), a Agência Internacional de Energia (IEA), o Instituto Universitário Europeu (EUI), o Instituto de Recursos Mundiais (WRI), a Associação Internacional de Comércio de Emissões (IETA), o Fundo de Defesa Ambiental (EDF) e a Fundação Children’s Investment Fund (CIFF) também estiveram presentes.

A governança inicial define o Brasil como presidente por dois anos, com China e União Europeia como copresidentes. A partir de Florença, a iniciativa entra em uma nova fase: a de transformar a ambição climática em regras, instituições e instrumentos econômicos que acelerem a descarbonização da economia global.

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