Citricultura em Alerta: Queda de 13% na Produção de Laranja Ácida em 2026/27

Previsão alarmante: Queda de 13% na produção de laranja ácida no Brasil! 🍊 O que pode causar esse revés na citricultura paulista e mineira? Saiba mais!

08/05/2026 11:25

2 min

Citricultura em Alerta: Queda de 13% na Produção de Laranja Ácida em 2026/27
(Imagem de reprodução da internet).

Previsão de Queda na Produção de Laranja Ácida no Brasil

A citricultura paulista e do Triângulo Mineiro/Sudoeste Mineiro, a principal região produtora do Brasil, enfrenta uma perspectiva de queda na produção de laranja ácida. O Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) projetou uma redução de 13% na temporada 2026/27, o que resultará em um total de 255,2 milhões de caixas de 40,8 quilos.

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Essa previsão foi divulgada nesta sexta-feira, 8, e reflete a complexidade dos fatores que influenciam o ciclo da citricultura.

A principal razão para essa retração é a bienalidade, um fenômeno natural de oscilação na produção dos pomares. Além disso, o aumento da taxa de queda prematura dos frutos contribui significativamente para a diminuição da oferta. Apesar de alguns fatores positivos, como o maior peso médio dos frutos e o crescimento no número de árvores produtivas, eles não compensam os impactos negativos.

Condições Climáticas e Irrigação: Fatores Determinantes

O Fundecitrus destaca que as condições climáticas e a disponibilidade de água foram cruciais para o desempenho da produção. A estiagem ocorrida em maio de 2025 gerou estresse hídrico nas plantas, mas a irrigação em áreas com maior investimento nesse recurso estimulou a primeira florada.

No entanto, temperaturas acima da média em setembro prejudicaram o pegamento (formação de frutos) devido à perda de parte da produção inicial.

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Ciclos de Floração e Chuvas: Impacto na Safra

Em áreas menos irrigadas, a primeira florada foi limitada pelas altas temperaturas. Contudo, o retorno das chuvas a partir de outubro impulsionou a segunda florada, que se tornou predominante na safra. As chuvas abundantes entre dezembro e março foram fundamentais para sustentar o pegamento e o desenvolvimento dos frutos, mitigando os efeitos das altas temperaturas de dezembro.

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