China oferece lições cruciais: como Brasil pode evitar cortes de energia

Cortes de energia alarmam no Brasil! Especialistas apontam lições da China para evitar crises. Descubra como a CGN acompanha a situação e busca soluções.

11/05/2026 19:37

2 min

China oferece lições cruciais: como Brasil pode evitar cortes de energia
(Imagem de reprodução da internet).

Cortes de Energia no Brasil: Lições da Experiência Chinesa

Os desafios impostos pelos cortes de energia no Brasil podem ser abordados com base em experiências internacionais, conforme a avaliação da diretora jurídica e de compliance da CGN Brasil, Silvia Rocha. Em entrevista ao programa “Alta Voltagem”, ela destacou a China como um exemplo relevante.

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A China enfrentou problemas semelhantes há uma década, durante períodos de alta demanda, e implementou diversas estratégias para mitigar os impactos.

Silvia Rocha mencionou que a China lidou com situações de “curtailment” – interrupções na geração de energia – em meados da década de 2010, quando os níveis de consumo estavam elevados, comparáveis aos que o Brasil está enfrentando atualmente.

A China mobilizou múltiplas frentes para resolver o problema, buscando soluções eficazes para minimizar as perdas de energia.

A CGN, empresa chinesa com atuação global em geração nuclear e foco em energias renováveis no Brasil, observa com atenção o cenário atual de cortes de geração via ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Apesar de não ser inédito para a empresa, há uma preocupação com a velocidade da resolução do problema.

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A parceria entre Brasil e China, que se estende por mais de 50 anos, demonstra que a atuação de empresas chinesas no país não é um fenômeno recente.

Os cortes de energia são motivados por três fatores principais: a falta de infraestrutura de transmissão, como linhas de transmissão danificadas ou com capacidade limitada; o atingimento do limite de capacidade das linhas, impedindo o fluxo de energia; e o excesso de oferta em relação à demanda, sem direito à compensação para as fontes de geração.

A CGN prioriza, por ora, investir nos ativos que já possui no Brasil, buscando soluções para o “curtailment” e a garantia de acesso à rede de transmissão antes de expandir suas aquisições no mercado.

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