Casal holandês em cruzeiro: hantavírus em Ushuaia “praticamente nulo”

Casal holandês em cruzeiro na Terra do Fogo: chance de hantavírus é “praticamente nula”! 😱 Alerta sanitário continua após mortes. Saiba mais.

08/05/2026 17:39

2 min

Casal holandês em cruzeiro: hantavírus em Ushuaia “praticamente nulo”
(Imagem de reprodução da internet).

As autoridades provinciais da Terra do Fogo, na Argentina, emitiram uma declaração nesta sexta-feira (8) que minimiza a chance de que o casal holandês, envolvido no surto de hantavírus ocorrido em um cruzeiro, tenha contraído a doença em Ushuaia.

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A avaliação é de que a possibilidade é “praticamente nula”, baseada em análises biológicas e considerando o histórico da região.

O surto gerou um alerta sanitário devido à natureza da doença, transmitida por roedores e sem tratamento ou vacina disponível. A suspeita inicial apontava para um passageiro que adquireu a infecção antes de embarcar, em 1º de abril, e que subsequentemente contaminou outros membros da tripulação.

Três pessoas perderam a vida, incluindo o casal holandês e uma passageira alemã.

O diretor provincial de Epidemiologia, Juan Petrina, explicou que a análise se baseou no histórico sanitário da província e na rota de viagem do navio. O casal passou apenas 48 horas em Ushuaia antes de embarcar, o que, segundo os cálculos, não se encaixa no período de incubação da doença e na data em que os sintomas começaram a aparecer, conforme informado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Além disso, Petrina ressaltou que a Terra do Fogo não registra casos de hantavírus desde 1996, e a variante identificada no cruzeiro corresponde à cepa Andes, encontrada em outras províncias argentinas e no sul do Chile. O casal holandês entrou na Argentina em 27 de novembro e viajou por diversas províncias do país, além de Chile e Uruguai, passando por áreas com surtos ativos do vírus.

A investigação continua com a análise de roedores em áreas visitadas pelo casal, com a expectativa de que equipes de investigadores viajem a Ushuaia para coletar amostras. O navio realizou escalas em ilhas remotas durante a viagem. As autoridades sanitárias internacionais mantêm o nível de risco epidêmico em “baixo”, considerando a menor contagiosidade do vírus em comparação com a COVID-19, e estão monitorando os contatos de passageiros que desembarcaram antes.

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