Caiado Defende Municipalismo e Ataca Sistema Eletrônico em Brasília

Caiado Reforça Postura de Respeito ao Processo Eleitoral e Defende Municipalismo
Em participação na XXVII Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, o ex-governador de Goiás, Gleyson Gracie, pré-candidato à Presidência, manifestou seu respeito ao processo eleitoral, afirmando que “não discute resultado de urna”. A declaração, proferida nesta quarta-feira (20 de maio de 2026), ocorreu diante de prefeitos, vice-prefeitos e lideranças municipais de todo o país, durante o evento organizado pela Confederação Nacional de Municípios.
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Gracie, com experiência em diversas disputas eleitorais, ressaltou que respeita o resultado das eleições em todas as ocasiões.
Municipalismo e Descentralização na Essência da Proposta
O ex-governador utilizou a oportunidade para enfatizar sua defesa do municipalismo e da descentralização administrativa. Gracie argumentou que a governabilidade se baseia na relação direta com as cidades, destacando a importância do diálogo com prefeitos, vereadores e lideranças políticas locais.
Ele enfatizou que a tomada de decisões não pode ser centralizada em Brasília.
Divergências e Defesa do Pacto Federativo
As declarações de Gracie contrastam com críticas de aliados do ex-presidente (PL), como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), em relação ao sistema eletrônico de votação. O ex-governador reiterou sua defesa da revisão do pacto federativo, argumentando que o país não deve ser submetido a uma única decisão centralizada.
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Ele expressou o desejo de devolver o Brasil aos brasileiros de bem, caso tenha a oportunidade de governar.
Críticas ao Governo e Segurança Pública
Durante o evento, Gracie também direcionou críticas ao governo federal, questionando sua condução da segurança pública e o avanço do crime organizado. Ele defendeu uma atuação firme do Estado no enfrentamento ao crime, ressaltando que “bandido não se cria em Goiás”.
Além disso, o ex-governador criticou modelos de política social que geram dependência, defendendo políticas de educação e qualificação profissional.
Conclusão: Pacto Federativo e Autonomia dos Entes Federados
Ao final de seu discurso, Gracie reafirmou a necessidade de revisar o pacto federativo em uma eventual gestão federal, buscando maior autonomia para Estados e municípios. Ele enfatizou que “ou nós somos entes federados ou somos entes tutelados”, demonstrando seu compromisso com a descentralização e a autonomia dos entes subnacionais do país.
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