Caiado Ataca Supremo: “Ativismo Judicial” e Ameaça à Democracia!

Caiado Acusa Supremo de Ativar “Ativismo Judicial” e Agressão à Democracia
O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), manifestou sua forte discordância em relação à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria para condenados do ataque do 8 de janeiro.
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Em uma nota oficial divulgada neste sábado (9), Caiado classificou a medida como um “ataque à democracia e à separação dos Poderes”, argumentando que o ministro ultrapassou os limites de sua relação institucional.
A declaração do senador do PSD reflete uma crescente tensão entre o Poder Legislativo e o Judiciário, particularmente no que tange à condução das investigações e processos relacionados ao 8 de janeiro. Caiado enfatizou a necessidade de encerrar a “crise” que se instalou entre o Senado Federal e a Suprema Corte, descrevendo o conflito como um “jogo de gato e rato” inaceitável para uma democracia em desenvolvimento.
“Ativismo Judicial” e Radicalização Política
Caiado qualificou a decisão de Moraes como “ativismo judicial”, argumentando que essa prática contribui para a radicalização da política brasileira e aprofunda a polarização entre os extremos. Segundo o senador, essa postura desvia o foco dos debates legítimos relacionados ao processo eleitoral, servindo apenas como uma barreira para o diálogo construtivo.
O político também expressou preocupação com as consequências de prolongar o debate sobre o 8 de janeiro, sem considerar a representação do povo no Congresso Nacional. Ele acredita que essa abordagem pode “condenar o Brasil a não ter futuro”, reiterando a importância do respeito aos poderes constituídos e à soberania popular.
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Suspensão da Dosimetria e a Reação de Caiado
A medida tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, que suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria, gerou uma reação imediata de Caiado, que a considera uma interferência indevida no processo judicial. O senador ressalta a importância do equilíbrio entre os poderes e a necessidade de preservar a autonomia do Congresso Nacional na condução das investigações e julgamentos relacionados ao 8 de janeiro.
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