Bolsonaro Apoiado a Investigar Banco Master com Apoio de Senador e CPMI

Senador Flávio Bolsonaro apoia investigação do Banco Master! STF autoriza PF a apurar fraudes. Ciro Nogueira investigado – Saiba mais!

07/05/2026 23:50

2 min

Bolsonaro Apoiado a Investigar Banco Master com Apoio de Senador e CPMI
(Imagem de reprodução da internet).

Investigações Sobre o Banco Master: Senador Flávio Bolsonaro e CPMI

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) manifestou seu apoio ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), após este autorizar a Polícia Federal (PF) a investigar supostas fraudes envolvendo o Banco Master. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Bolsonaro defendeu a necessidade de apuração completa, sem “blindagem, sem acordão, sem proteção política”, e ressaltou a importância da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para examinar a instituição financeira.

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A investigação centraliza-se em torno de Ciro Nogueira (PP-PI), que teria atuado em favor do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em troca de algo. Em entrevistas, Nogueira afirmou que sua relação com banqueiros era a mesma que a de qualquer político em Brasília.

A questão também envolve uma emenda que propunha ampliar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para R$ 1 milhão, uma medida que Nogueira justificou como uma correção de um problema antigo.

A CPMI do Banco Master, proposta pelo deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ), já foi protocolada no Congresso Nacional, assinada por 238 deputados e 42 senadores. Para sua instalação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), precisa lê-la em sessão conjunta.

Paralelamente, senadores Eduardo Girão (Novo-CE) e Plínio Valério (PSDB-AM) protocolaram um mandado de segurança no STF, solicitando uma análise da situação.

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O caso do Banco Master, que culminou na liquidação extrajudicial de quatro bancos e na prisão de Daniel Vorcaro, gerou tensões entre o STF, o TCU e as instituições de controle financeiro. A Operação Compliance Zero acompanhou o processo, que envolveu a emissão de títulos de crédito falsos e a deterioração da liquidez do banco.

O FGC também iniciou o pagamento de garantias no valor de R$ 40,6 bilhões.

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