Belo Horizonte: Motorista de App Indiciado por Estupro de Vulnerável – Detalhes Chocantes

Suspeito Indiciado por Estupro de Vulnerável em Belo Horizonte
Um motorista de aplicativo de 26 anos foi formalmente indiciado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) por estupro de vulnerável contra uma jovem de 24 anos. O caso ocorreu durante uma corrida em Belo Horizonte, na madrugada de 30 de novembro de 2025, após a vítima solicitar o serviço para retornar para casa no bairro Serra, região Centro-Sul da capital.
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Detalhes do Incidente
Segundo informações divulgadas pela Instituição nesta segunda-feira (27), a vítima relatou que, por volta da meia-noite, solicitou o serviço. Durante o trajeto, o motorista teria iniciado perguntas pessoais e tentado oferecer substâncias ilícitas.
A jovem, que utilizava medicação ansiolítica devido a quadros de ansiedade e depressão, recusou as investidas do suspeito.
A delegada Larissa Mascotte detalhou que a vítima descreveu o motorista tocando-a sem consentimento, insistindo em avanços sexuais e tentando remover suas vestes. Apesar da resistência da jovem, o suspeito a imobilizou e praticou o ato no interior do veículo.
Após chegar ao destino, a vítima efetuou o pagamento da corrida e buscou apoio de amigos, que a orientaram a registrar a ocorrência na delegacia.
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Considerações da Delegada
A delegada Mascotte ressaltou que o estado de vulnerabilidade da vítima foi levado em consideração, mesmo com a alegação do acusado de que a aproximação física e a relação sexual foram consensuais. Ela mencionou que o suspeito alegou que a vítima apresentava comportamento alterado, possivelmente sob o efeito de álcool, e que ela teria mencionado o consumo de medicação controlada.
“Embora a vítima alegue que se encontrava em estado de vulnerabilidade em razão do uso de medicação controlada, tal condição encontra respaldo também no próprio interrogatório do investigado”, complementou a delegada.
Testemunha Relata Trauma
Uma testemunha ouvida pela polícia relatou que a vítima ficou profundamente traumatizada com o ocorrido e, desde então, não se sente segura para utilizar serviços de transporte por aplicativo sozinha. Ela expressou medo de reencontrar o suspeito ou de que ele a procure, sabendo de seu endereço.
O inquérito foi concluído pela PCMG com o indiciamento do suspeito e encaminhado para o Poder Judiciário para as próximas análises.
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