Belo Horizonte em choque: avião cai em prédio e causa fatalidades | Detalhes

Um acidente envolvendo um pequeno avião chocou Belo Horizonte nesta segunda-feira (4). A aeronave colidiu com um prédio no bairro de Silveira, resultando em duas mortes. O incidente ocorreu após a aeronave, que transportava cinco ocupantes, atingir uma estrutura residencial.
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As autoridades locais, incluindo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, estão no local coordenando as operações e avaliando os danos.
Detalhes do Acidente
Segundo informações preliminares, o piloto e o copiloto da aeronave perderam a vida no acidente. As equipes de resgate confirmaram que não há risco de explosão de combustível, devido à aplicação de espuma no líquido derramado. Além disso, não foram identificadas vítimas entre os moradores do prédio e não há risco estrutural aparente na edificação, exceto pelo hall de escadas que foi comprometido.
Contexto e Estatísticas
Um levantamento recente, conduzido com base em dados da Flight Safety Foundation, revelou que desde 2020, 375 pessoas faleceram em acidentes envolvendo aeronaves de pequeno porte no Brasil. Essa representação corresponde a 89,29% das mortes totais em acidentes aéreos no país.
Aeronaves com menos de 20 passageiros são consideradas de pequeno porte, conforme a definição de especialistas.
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Outros Acidentes e Análise
O Brasil registrou 213 acidentes aéreos com mortes entre 2020 e 2026. Destes, 54 mortes não envolviam passageiros das aeronaves. Um caso notório foi o acidente da Voepass, envolvendo um ATR 72-500, que resultou na morte de 62 pessoas. Em 2025, foram registradas 33 quedas fatais envolvendo aeronaves de pequeno porte.
Até o momento de 2026, 11 acidentes com mortes envolvendo pequenas aeronaves já foram registrados no território brasileiro.
Investigação em Andamento
A investigação sobre as causas do acidente está sendo conduzida pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), com o apoio do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), sediado no Rio de Janeiro.
A aeronave envolvida, um EMB-721C de 1979, estava registrada no nome de Flavio Loureiro Salgueiro e possuía operação privada, regularizada até 1º de abril de 2027. As autoridades aguardam os resultados da investigação para determinar as causas do acidente.
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