Atlético-MG: CAS BOMBARDXA com Dívida de R$ 13 Milhões e Futuro de Scarpa em Jogo

Atlético-MG enfrenta pesada decisão do CAS! Dívida de R$ 13 milhões com Nottingham Forest se torna inevitável. Saiba mais!

29/04/2026 17:38

2 min

Atlético-MG: CAS BOMBARDXA com Dívida de R$ 13 Milhões e Futuro de Scarpa em Jogo
(Imagem de reprodução da internet).

CAS Nega Recurso do Atlético-MG e Fixa Dívida de R$ 13 Milhões com Nottingham Forest

A Corte Arbitral do Esporte (CAS) emitiu uma decisão final que obriga o Atlético Mineiro a quitar uma dívida significativa com o Nottingham Forest, antigo clube do meia Gustavo Scarpa. A decisão, confirmada na terça-feira, 28 de abril de 2026, surge de uma disputa judicial que começou com atrasos no pagamento de uma parcela da compra do jogador.

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Dívida e Sanções da Fifa

O clube de Minas Gerais agora precisa pagar cerca de R$ 13 milhões ao time inglês, uma quantia que evita uma sanção administrativa da Fifa. Essa punição, conhecida como “transfer ban”, impede clubes inadimplentes de registrar novos jogadores por um período de até três janelas de transferências consecutivas.

A situação demonstra a importância de honrar compromissos financeiros em negociações internacionais.

A diretoria do Atlético Mineiro já anunciou que firmou um acordo direto com o Nottingham Forest para regularizar a situação o mais rápido possível. A negociação original para adquirir os direitos de Gustavo Scarpa ocorreu em dezembro de 2023, com um investimento inicial de 5 milhões de euros, divididos em parcelas anuais.

A primeira prestação foi paga em janeiro de 2024, logo após a confirmação da contratação do atleta.

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Problemas Financeiros e Recurso à CAS

O principal problema surgiu com o atraso no pagamento da segunda parcela, com vencimento em 2 de janeiro de 2025. O Atlético transferiu apenas 1 milhão de euros, deixando um saldo de 500 mil euros em aberto. O Nottingham Forest, então, acionou a Fifa, que determinou o pagamento da dívida e juros.

O clube mineiro recorreu da decisão à CAS, alegando um erro processual no envio da fatura.

Apesar dos argumentos, a CAS manteve a obrigatoriedade da quitação, levando a um aumento da dívida. A decisão final inclui os 500 mil euros atrasados, mais 5% de juros moratórios, além da quitação da última prestação, originalmente prevista para 2025, também no valor de 1,5 milhão de euros, com incidência de juros.

As taxas do processo arbitral somaram US$ 25.000.

Prioridade na Regularização

Com a decisão da CAS, a diretoria do Atlético Mineiro considera a regularização da pendência como prioridade absoluta. A situação é crucial para evitar interrupções no planejamento de mercado e na inscrição de novos jogadores nas janelas de transferências de 2026.

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