Argentina: Economia Surpreende com Recuperação e Inflação em Desaceleração!

Argentina Surpreende com Recuperação Econômica em Março
A economia argentina surpreendeu positivamente em março, registrando uma recuperação acima das expectativas do governo de Javier Milei. Os dados oficiais, divulgados nesta quinta-feira, 21, indicam um avanço de 3,5% na atividade econômica em comparação com fevereiro, superando em muito a projeção de 0,8% prevista pelos economistas, conforme reportado pela Bloomberg.
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Esse resultado demonstra uma retomada significativa após a retração observada no mês anterior.
No cenário anual, o crescimento foi ainda mais expressivo, atingindo 5,5%. Esse número, superior à estimativa mediana de 2,1% dos analistas, evidencia um desempenho robusto da economia argentina. O setor agrícola impulsionou grande parte dessa expansão, seguido pelos segmentos de indústria e mineração, demonstrando a diversificação do crescimento econômico do país.
Setores em Expansão e Retração
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec), a maioria dos 15 setores analisados apresentaram crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior. Apenas 14 setores registraram crescimento, com destaque para o setor agrícola.
Em fevereiro, a economia argentina havia sofrido com uma retração de 2,7% na comparação mensal, impulsionada principalmente pela pressão nos setores de varejo e indústria. Essa situação contrastava fortemente com o desempenho positivo observado em março.
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Inflação em Desaceleração
Além da recuperação econômica, a Argentina também registrou uma desaceleração na inflação em abril, marcando a primeira queda em 11 meses. A inflação mensal atingiu 2,6%, em grande parte devido à redução do impacto da alta nos preços dos combustíveis e da educação.
Essa diminuição na inflação é um fator crucial para a estabilidade econômica do país.
Projeções Ajustadas por Economistas
Diante dos resultados positivos, economistas revisaram para cima as projeções para o futuro. O ministro da Economia, Luis Caputo, sinalizou um ritmo acelerado de crescimento para os meses de maio e junho. A expectativa de inflação para o final de 2026 foi elevada de 29,1% para 30,5%, e as estimativas de crescimento econômico foram ajustadas de 3,3% para 2,8%, conforme divulgado em um levantamento recente.
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